sexta-feira, novembro 25, 2016

É URGENTE A TRANSIÇÃO NA SAÚDE

Recebi esta postagem que julgo ser da mais alta relevância. Leia:



Não bastasse a situação caótica que os grandes Hospitais de Campos atravessam, como falta de leitos disponíveis em alojamentos específicos, superlotando corredores de macas e pacientes, uma dificuldade que até então parecia apenas estrutural, se transformou numa verdadeira guerra de sobrevivência por parte da equipe técnica que atende esse paciente.
É real e é criminoso! Faltam medicamentos e insumos para atender a população que busca atendimento nos Postos de Saúde.
O Posto de Saúde de Tocos, administrado pela Secretaria de Saúde, não tem dipirona e outros medicamentos de urgência para atender os pacientes. Sem contar os outros utilizados em procedimentos de emergência, onde compromete a vida do paciente.
O mesmo se sucede com outros Postos da Baixada, inclusive com Farol de São Tomé, onde o abastecimento compete à Fundação Municipal de Saúde.
Travessão também se encontra na mesma situação.
E mesmo o PU de Guarus, só na semana passada, teve o atendimento interrompido em função da falta de medicamentos de suporte básico, por duas vezes.
Não só grave, é criminoso assistir um município como o nosso, com um dos nossos gestores, ou ex, protagonizando uma cena de terror, ou comédia em pleno horário nobre da TV, por se recusar em ser atendido por um hospital onde, naquele momento, era uma decisão judicial, enquanto a população campista sofre todo o tipo de humilhação e constrangimento, colocando em risco a própria vida ao buscar ajuda numa unidade de saúde.
O verão aproxima-se. Também a previsão de que, nossa única praia, onde funciona um Posto Médico, pode fechar as portas por falta de medicamentos e pessoal para atendimento ao grande público que a época exige.

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