sábado, setembro 30, 2017

DATA FOLHA: LULA LIDERA PESQUISA PARA PRESIDENTE COM 35 POR CENTO

(G1 - Folha de São Paulo)



O site do jornal "Folha de S.Paulo" divulgou neste sábado (30) números parciais de uma pesquisa do instituto Datafolha com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.

(AVISO: a "Folha de S.Paulo" informou que divulgará a pesquisa completa com intenções de voto na edição impressa deste domingo, 1º. Assim que os números completos estiverem disponíveis, o G1 atualizará esta reportagem.)

Segundo o jornal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ao menos 35% das intenções de voto em todos os cenários pesquisados, o deputado Jair Bolsonaro (PSC), entre 16% e 17%, e a ex-senadora Marina Silva (Rede), entre 13% e 14%. O governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria (PSDB) alcançam 8% das intenções de voto.

De acordo com o site, Lula aparece como vencedor em todos os cenários testados para eventual segundo turno. A exceção, informa a reportagem, é um hipotético confronto com o juiz Sergio Moro, em que há empate técnico.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Segundo o jornal, o Datafolha ouviu 2.772 pessoas, em 194 cidades, na quarta (27) e quinta (28).
Na pesquisa anterior, em junho, Lula registrou 30%, Bolsonaro, 16%, e Marina, 15%.

PREFEITURA DE CAMPOS DIVULGA CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DE RPAs

(Portal da PMCG)


Prefeitura divulga calendário para pagamento dos RPAs

Os trabalhadores receberão de terça (3) a sexta-feira (6), de acordo com ordem alfabética

CAMPOS 
POR ASCOM
 
30 DE SETEMBRO DE 2017 - 11h05

A Secretaria de Gestão Pública informa que aqueles cujo pagamento programado é de, até 500, receberão de forma integral. Já os que recebem acima deste valor, receberão 40% do total com a garantia de receber, no mínimo, R$ 500.
A Prefeitura de Campos estabeleceu um calendário para pagamento dos contratados através de Recibos de Pagamentos Autônomos (RPAs), a partir da próxima semana.  Os trabalhadores receberão de terça (3) a sexta-feira (6), de acordo com ordem alfabética. O fluxo de pagamento está sendo feito de acordo com a disponibilidade financeira do município no momento.
De acordo com o calendário, receberão na terça-feira (3) os contratados com iniciais de A até D; na quarta-feira (4), de E até J; na quinta-feira (05), de K até N e, na sexta-feira (6), de O até Z.  Atualmente, o município possui quantitativo médio de 2 mil a 4 mil profissionais atuando neste regime, sendo um número flutuante, de acordo com a necessidade do município.
Este ano, o município está operando com receita de R$ 1 bilhão a menos, se comparado ao ano passado. O município possui um déficit mensal de cerca R$ 35 milhões e, no início do ano, era de aproximadamente R$ 57 milhões.
Servidores do quadro permanente – Na última sexta-feira (29), a Prefeitura de Campos efetuou o pagamento dos servidores estatutários ativos, aposentados e pensionistas referente ao mês de setembro. A folha de pagamento dos 20,4 mil servidores ativos e inativos, este mês, é de  R$ 77,5 milhões.
Segundo o secretário de Gestão Pública, André de Oliveira, desde julho, o PreviCampos — fundo de previdência do servidor público da Prefeitura de Campos —, não possui liquidez para arcar com sua folha de pagamento, na ordem de R$ 12,5 milhões, dependendo exclusivamente dos repasses da prefeitura.

EDUARDO CUNHA: MORO QUERIA DESTRUIR A ELITE POLÍTICA E CONSEGUIU

Leia matéria completa na Revista Época



Por DIEGO ESCOSTEGUY

ÉPOCA desta semana:

Trezentos e quarenta e cinco dias no cárcere não quebraram Eduardo Cunha. O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro. Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme. Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos. Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.

ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha – O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha – A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.
ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha – O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha – Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha – Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha. 

ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.

ÉPOCA – As decisões de Moro sobre a necessidade das preventivas na Lava Jato têm sido mantidas nas instâncias superiores. Não é um sinal de que ele está certo?
Cunha – Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu.

CENTENÁRIO DE CHACRINHA

"Não vim para explicar, vim para confundir"

Abelardo Barbosa, Chacrinha, 100 anos, hoje.


MORREU SEU GERALDO JORGE DE SOUZA

Meu querido amigo, Geraldo Pudim, compreendo o seu momento de dor e sofrimento, com a morte de seu pai, Seu Geraldo, que era uma figura exemplar. Quantas conversas, quantos conselhos, um humor refinado, um pai amoroso, um amigo daqueles que não se substitui. Meu abraço solidário em você e em toda sua família.

sexta-feira, setembro 29, 2017

COMUNICADO OFICIAL DA PMCG: NOVO VALOR DA PASSAGEM DO TRANSPORTE COLETIVO

(Portal da PMCG)



Nos últimos anos o alto investimento público no transporte coletivo não resultou em qualidade para a população, nem um transporte pensado de maneira organizada que pudesse trazer benefícios para os usuários. Por isso, neste momento, é preciso reavaliar e repensar todo o sistema do transporte público de Campos, buscando a eficiência entre todos os modais.

Para tal, foi criada uma comissão composta de todos os envolvidos do setor, com apoio técnico, que vem trabalhando para redesenhar as linhas, itinerários e horários dos ônibus e do transporte alternativo.

O grande objetivo é adequar todos modais com qualidade e eficiência.

Em paralelo, vamos rever os valores das tarifas e avaliar se a tarifa única é de fato a melhor saída. Por isso, neste momento vamos suspender o programa Campos Cidadão, cadastrar todas as gratuidades para uso do sistema de bilhetagem eletrônica e intensificar o combate ao transporte irregular. Todas as ações visam garantir um transporte público de qualidade para toda a população.

Sendo assim, todos os usuários do sistema de transporte coletivo de Campos passam a pagar o valor integral da passagem, que é de R$ 2,75, a partir de segunda-feira (02 de outubro).

Por: Redação - Foto: Divulgação -  29/09/2017 19:33:59

VEJA URGENTE: O SEGUNDO ÁUDIO DE JOESLEY

Por Hugo MarquesLaryssa BorgesMarcela Mattos

 Joesley Batista, da JBS: o delator-conselheiro (Adriano Machado/Reuters)


No segundo áudio recuperado pela Polícia Federal, obtido por VEJA, o empresário-delator Joesley Batista conversa com um interlocutor chamado “Gabriel”, supostamente o deputado federal Gabriel Guimarães (PT-MG), e relata os fatores que um criminoso deve sopesar para decidir fechar um acordo de delação premiada. Ao interlocutor, Joesley diz ter aconselhado um amigo enrolado com práticas ilícitas e expõe seu raciocínio: “Ô, meu, é a coisa mais simples do mundo, porque se você tem problema e o problema é, como se diz, batom na cueca, ô, meu, corre lá e faz a porra dessa delação”. Os explosivos áudios de Joesley Batista foram peça-chave para embasar a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o presidente Michel Temer (PMDB), mas a sonegação de outras conversas gravadas também levaram o então procurador-geral Rodrigo Janot a pedir a rescisão do acordo de delação do executivo e do diretor de Relações Institucionais da JBS Ricardo Saud. Hoje os dois estão presos por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).


Ao longo de 38 minutos de conversa, Joesley Batista e seu interlocutor avaliam o que consideram como estragos da lei das organizações criminosas, segundo eles pensada para combater facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC), e não atuações ilícitas praticadas por políticos, e analisam como parte da classe política, assolada por denúncias de corrupção, passou a aderir à delação premiada. Na conversa, Joesley também detalha como montou uma espécie de estratégia de sobrevida, corrompendo o procurador Ângelo Goulart Villela, e relata como detalhava ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) as tratativas que mantinha com o Ministério Público sobre o acordo de leniência do grupo J&F.
Leia matéria e ouça o áudio em Veja
Leia esta reportagem na íntegra assinando o site de VEJA ou compre a edição desta semana para iOS e Android.
Aproveite também: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read.

quinta-feira, setembro 28, 2017

MARCÃO: A CÂMARA VAI PROCESSAR GAROTINHO

(Blog Opiniões)

Acervo da Folha da manhã


Marcão: “O senhor Anthony Garotinho pensa que todo mundo é bandido como ele”


— O senhor Anthony Garotinho (PR) pensa que todo mundo é bandido como ele. Chamo de senhor, porque é isso que ele é: um senhor decadente, que já foi prefeito, deputado, governador e candidato a presidente, mas hoje não passa de um ex-presidiário, condenado na Chequinho (aqui, por corrupção eleitoral, associação criminosa, coação de testemunhas e supressão de documentos) e condenado como chefe de quadrilha armada (relembre aqui), pela Justiça Federal do Rio de Janeiro, como o (Ronaldo) Caiado (DEM/GO) bem disse na cara dele (reveja aqui), na Câmara Federal. É um bandido condenado duas vezes, além de investigado na Lava Jato e por outos tantos sinais de prática de ilícitos. E será tratado como o bandido que é: na delegacia de Polícia e na Justiça! O Legislativo de Campos, como poder legalmente instituído, não vai se intimidar com as acusações levianas de um bandido.
As palavras duras foram usadas agora há pouco pelo presidente da Câmara Municipal de Campos, vereador Marcão Gomes (Rede). Ele disse ao blog que está estudando, junto ao procurador geral da Casa, Robson Maciel Filho, a melhor maneira de responsabilizar criminalmente Garotinho. Na noite de ontem, diante à sua famosa “casinha na Lapa que papai deixou”, o ex-governador também usou palavras duras contra os vereadores de Campos:
— Todo mundo sabe, hoje, onde funciona o bar da propina, onde todo mês os vereadores vão lá receber, além de tudo que já ganham, uma quantia em dinheiro, cada um — acusou Garotinho, em meio a vários outros ataques (confira aqui), ao ser liberado da prisão domiciliar, por decisão do  Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois de 14 dias preso pela condenação na Chequinho a nove anos e 11 meses.
Vereador do G-5, Jorginho Virgílio (PRP) se sentiu ofendido com as declarações e apresentou (aqui) uma queixa-crime contra Garotinho, na manhã de hoje, na 134ª DP de Campos:
— Eu, como vereador, não posso aceitar um tipo de acusação inverídica. Vim fazer uma queixa-crime contra ele. Os meus advogados já estão preparando toda a documentação para entrar com uma ação criminal, para que ele possa provar o que denunciou ontem à noite — disse Jorginho. Além da própria Câmara de Campos, outros vereadores devem tomar o mesmo caminho contra o ex-governador.

GAROTINHO E SUA LÍNGUA DE TRAPO

(Somos online)



Profeta Garotinho dispara contra desafetos, familiares, mídia e autoridades

0
Profecia da Somos: Haja paciência até a próxima prisão
Com sangue nos olhos após 15 dias de reclusão, bastou Garotinho se livrar da prisão domiciliar por força de um Habeas Corpus, concedido pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral apenas para que aguarde em liberdade o julgamento do seu recurso, em 2ª Instância, da sentença que o condenou a 9 anos, 11 meses e 10 dias de reclusão por cometer crime eleitoral 17.515 vezes, associação criminosa, supressão de documento e coação de testemunhas da “Chequinho”, para o ex-co-prefeito de Campos sair disparando cegamente a sua tradicional metralhadora giratória contra as autoridades processuais, adversários, familiares, e até aliados, profetizando ilações como se estivesse acometido de uma “Síndrome de Nostradamus”, em um novo surto do antigo populismo messiânico da Lapa.
FEBEAPA na Lapa

Entre outras pérolas, destacamos essas abaixo:

 Síndrome de Nostradamus
“Os que hoje são acusados, serão absolvidos. E os que acusam, serão presos.”
Profetizando em causa própria
“Este governo pode acabar a qualquer momento. Ou por via judicial ou por via policial.”
Atacando a própria família
“Não estou aqui para fazer crítica pessoal, mas, francamente, colocar como secretário de Trabalho o meu sobrinho, que nunca trabalhou…”
Viajando na maionese
“Botar para cuidar da assistência social a dona de um restaurante chique da cidade, que está acostumada, não com pessoas pobres, mas uma noite no restaurante dela não custa menos de R$ 2 mil, R$ 3 mil.”

Estimulando ataques nas redes sociais:

“Quero que vocês defendam a nossa prefeita. Com as mídias compradas, só nos resta as redes sociais.”

Disparando contra ex-aliados

“Tristes são os políticos que conseguem um mandato e não se elegem mais. Triste é ser um Sérgio Mendes da vida, triste é ser um Fernando Leite da vida, triste é ser um Pudim da vida. Se você está na política eleito e reeleito, está agradando ao povo. Ninguém é obrigado a votar.”

Novas promessas

“A eleição em Campos foi fraudada. Sei quem participou, quem financiou, quanto custou e vou falar essas coisas, mas nas instâncias certas.”

Previsão

Não é preciso ser adivinho e nem ter bola de cristal para prever o futuro de Garotinho diante do julgamento do recurso no TRE. Se perder, ele será imediatamente preso em regime fechado em um presídio, provavelmente, a Casa de Custódia de Campos, até um próximo esperneio. É fácil perceber que, diante das graves acusações e inúmeras provas, as probabilidades de que isso aconteça são enormes.

VEREADOR JORGINHO VIRGÍLIO ENTROU COM NOTÍCIA-CRIME CONTRA GAROTINHO

A jornalista e blogueira, Suzy Monteiro, publicou, hoje, 28, informação sobre decisão do vereador Jorginho Virgílio de entrar com notícia-crime contra Garotinho. Saiba porque:


Jorginho Virgílio registra notícia-crime contra Garotinho
 28/09/2017 10:50 - ATUALIZADO EM 28/09/2017 10:54
O vereador Jorginho Virgílio (PRP) está neste momento na delegacia de Polícia Civil registrando notícia-crime contra o ex-secretário de Governo Anthony Garotinho, recém saído de prisão domiciliar.
Jorginho, que é da base governista, quer explicações sobre a fala do ex-secretário, que ontem, ao receber alvará de soltura e ir para a frente da casa falar a militantes, disse existir em Campos um "bar da propina", onde vereadores receberiam dinheiro.
Mais informações em instantes.

COMEÇA DIA 30 AS COMEMORAÇÕES DOS 150 ANOS DE NILO PEÇANHA

Portal da PMCG


Sesquicentenário de Nilo Peçanha: comemoração começa dia 30

Programação elaborada por Grupo de Trabalho vai contar ainda com lançamento de selo comemorativo, pelos Correios, em homenagem ao ex-presidente campista.



A comissão organizadora das atividades em comemoração ao Sesquicentenário de nascimento do ex-presidente da República, o campista Nilo Peçanha, se reuniu nesta quarta-feira (27) para tratar da programação que será desenvolvida em outubro. Entre as definições da reunião, ficou confirmado o lançamento do selo comemorativo, dos Correios, em homenagem ao ex-presidente; colocação de uma coroa de flores na estátua em frente à Câmara Municipal; distribuição de material impresso e de um folder sobre a vida de Nilo Peçanha na Maçonaria, produzido pela Loja Maçônica Fraternidade Campista.

Formada por vários órgãos municipais e entidades — Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Academia Campista de Letras (ACL), Associação de Imprensa Campista (AIC), Câmara Municipal de Campos, Instituto Federal Fluminense (IFF), Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes (IHGCG), Loja Maçônica Fraternidade Campista e secretarias de Educação, Cultura e Esportes; Infraestrutura e Mobilidade Urbana e Desenvolvimento Econômico — a comissão definiu também que a solenidade em homenagem ao ex-presidente campista, nascido em 02 de outubro de 1867, terá a duração de duas horas entre palestras e pronunciamentos de autoridades.

A sessão solene na Câmara Municipal em homenagem ao sesquicentenário de Nilo Peçanha acontecerá neste sábado (30), às 18h, no Plenário do palácio Nilo Peçanha, na Av. Alberto Torres, nº 334, Centro, e contará com a presença do Eminente Grão Mestre da Maçonaria do Estado do Rio de Janeiro, Dr. Edimo Muniz Pinho, e com a palestra do professor Hevilmar Carneiro Rangel.

Para a presidente da FCJOL, Cristina Lima, a população precisa conhecer e entender a importância de Nilo Peçanha para Campos e para o país.

— Estamos buscando envolver toda a sociedade na homenagem a Nilo Peçanha, informando sobre todas as melhorias que ele trouxe para Campos e região, e para o país, como estadista. Após o dia 2, estaremos nos reunindo para definir as demais atrações, pois a programação, que terá início neste sábado, durará até outubro de 2018 — explica Cristina Lima. 

A colocação da coroa de flores e lançamento do selo comemorativo dos Correios será na segunda-feira (2), às 10h, na Av. Dr. Nilo Peçanha com a rua Barão de Miracema, nas imediações do Hotel Gramado.

Por: Rafael Vargas - Foto: Antônio Cruz -  27/09/2017 19:27:22

PELO FIM DO FORO PRIVILEGIADO!

Fernando Leite, este abaixo-assinado foi criado por uma pessoa como você. Clique se quiser apoiar.
Assine para exigir o fim do foro privilegiado para todos políticos!
Clique para assinar
Peço a todos que assinem o abaixo-assinado, para que juntos possamos pressionar o Supremo Tribunal Federal a acabar com o foro privilegiado de políticos investigados ou condenados por corrupção!

Há um projeto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado pedindo a mesma coisa, mas ele se encontra engavetado a mais de 3 meses.

Compartilhe, assine e divulgue! Vamos fazer a diferença, derrubar o foro privilegiado e acreditar que juntos podemos mudar o nosso país!
Clique para assinar
A pessoa (ou organização) que iniciou este abaixo-assinado não é afiliada à Change.org. A Change.org não criou esta campanha e não é responsável pelo conteúdo do abaixo-assinado.
Este email foi enviado pela Change.org para outrosquintais@gmail.com porque você é um usuário registrado na Change.org. Queremos te ouvir! Fale conoscoatravés da nossa Central de ajuda.
Change.org  ·  548 Market St #29993, San Francisco, CA 94104-5401, EUA

quarta-feira, setembro 27, 2017

AÉCIO DIZ QUE DECISÃO DO STF DE AFASTÁ-LO NÃO TEM AMPARO LEGAL

G1


(Agência Brasil)
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta quarta-feira (27), por meio de nota, que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastá-lo do mandato parlamentar e de proibir que ele saia de casa à noite não tem "amparo na Constituição".

Na nota, o parlamentar disse ainda que vai recorrer da decisão, proferida durante julgamento na Primeira Turma do STF na noite desta terça (26).

Aécio declarou também que entende a decisão como “uma condenação sem que processo judicial tenha sido aberto”. Ele também diz que ainda não foi declarado réu pela Suprema Corte e que “não teve acesso ao direito elementar de fazer sua defesa”.

Na avaliação do tucano, as gravações do empresário Joesley Batista, que integram denúncia contra o senador, “foram feitas de forma planejada a forjar uma situação criminosa”.

“Os novos fatos vindos à tona comprovam a manipulação feita pelos delatores e confirmam que um apartamento da família colocado à venda foi oferecido a Joesley Batista para que o senador custeasse gastos de defesa”, diz trecho da nota.

Leia no G1