segunda-feira, julho 24, 2017

OPERAÇÃO CHEQUINHO: EX-VEREADOR E EX-SECRETÁRIO CONDENADOS

Tá no Blog Na Curva do Rio, da jornalista Suzy Monteiro, o juiz Eron Simas, sentenciou mais dois acusados na Operação Chequinho: o ex-vereador Albertinho e o secretário de Obras, Edilson Peixoto.

Leia:


Edilson Peixoto e Albertinho condenados na Chequinho
 24/07/2017 18:29 - ATUALIZADO EM 24/07/2017 19:53
Mais dois réus em ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) do caso Chequinho foram condenados em primeira instância.
Desta vez foram o ex-secretário de Obras Edilson Peixoto e o ex-vereador Albertinho condenados em sentença proferida pelo juiz Eron Simas.

FILHA DE PACIENTE ACUSA HOMECARE DE NEGLIGÊNCIA

Terceira Via


Paciente do programa municipal de homecare fica sem atendimento emergencial

Idoso de 94 anos passou mal e teria tido transporte negado pela empresa Intermedical, contratada sem licitação

CAMPOS 
POR MARCOS CURVELLO
 
24 DE JULHO DE 2017 - 13h31
idoso-homecareFalta de médicos especializados, medicamentos e até de transporte. O dia-a-dia de quem necessita do serviço de homecare oferecido pelo governo municipal é um exercício de paciência e improviso, garante Jussara Maria Lopes, de 53 anos, moradora do Parque Guarus, em Campos. Ela deixou o trabalho como vigilante para cuidar do pai, que tem 94 anos, sofre dos males de Alzheimer e Parkinson, é hipertenso e se submeteu, recentemente, a uma cirurgia para retirada de um aneurisma cerebral. No último sábado (22), o idoso passou mal e precisou de atendimento, mas a empresa Intermedical, contratada pela Prefeitura para prestar a assistência domiciliar, teria se negado a enviar uma ambulância para levar o paciente a uma unidade de saúde.
O motivo, segundo Jussara, é a redução dos serviços oferecidos aos beneficiários do programa municipal de homecare. Seu pai tinha direito a quatro consultas médicas por mês. O número foi reduzido para apenas uma. As sessões de fisioterapia também acontecem com frequência reduzida: passaram de cinco vezes por semana para apenas três. Jussara afirma que o pai tem direito a ser atendido por uma ambulância em apenas uma ocasião a cada 30 dias. Com o idoso passando mal, foi necessário recorrer ao Emergência em Casa.
(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)
“Eu liguei para o programa e uma ambulância veio atender meu pai, que teve que ser retirado em um lençol, por que os corredores da nossa casa são estreitos e não passa uma maca. Eles disseram que não deveriam prestar o socorro, porque meu ele é assistido pela Intermedical e esta seria uma obrigação da empresa, mas eles ficaram com a gente mesmo assim e foram muito atenciosos”, conta a vigilante.
O atendimento, porém, ainda demoraria a acontecer. Jussara conta que o pai primeiro foi levado pela ambulância para o Hospital Geral de Guarus (HGG). O idoso chegou à unidade sentindo muita falta de ar, mas não havia vagas.
“Saímos às pressas e fomos para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas, mais uma vez, não fomos atendidos. Disseram que não havia médico. Seguimos, então, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) só que lá não tinha medicação. Só fomos ter atendimento no Samdu de Guarus. Mesmo assim, meu pai ficou sem um dos quatro medicamentos que precisava tomar por que estava em falta”, diz a vigilante.
De acordo com Jussara, o pai recebe atendimento domiciliar há três anos. Ela diz que o serviço prestado pelo município “piorou desde que a Intermedical foi contratada”, em março. A escolha da empresa causou polêmica, pois foi feita em caráter emergencial, com dispensa de licitação, a um valor de R$ 7,285 milhões para os cofres públicos.
“Além das reduções das consultas e das sessões de fisioterapia, meu pai não tem à disposição o atendimento que foi determinado pela Justiça. O juiz Eron Simas estipulou que ele tivesse acompanhamento de cinco especialistas: cardiologista, neurologista, pneumologista, otorrinolaringologista e dermatologista, mas ele é atendido apenas por um clínico geral. Parte dos medicamentos garantidos pela sentença somos nós que temos que comprar, assim como bancamos o transporte na grande maioria das vezes”, enumera Jussara.
A Prefeitura está ciente do caso, assegura a vigilante.
“A empresa diz que a Prefeitura determinou a diminuição da frequência da prestação do serviço, mas, estive na secretaria de Saúde e me disseram que a decisão foi da empresa. Pediram que eu levasse um rascunho informando o quadro terapêutico de meu pai. Levei na sede da Saúde e eles ficaram de passar para a empresa. Até agora, não tive respostas. Sinto-me péssima, pois eu vi meu pai praticamente morto. Vou ao Ministério Público, à Defensoria Pública, por que alguém precisa tomar uma atitude”, finaliza.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que está apurando junto à empresa os procedimentos utilizados para atendimento ao paciente. “Em relação ao Hospital Geral de Guarus (HGG), não há registro de negativa de atendimento. O Hospital Ferreira Machado estranha a natureza da reclamação pois, cada plantão, conta com 17 especialidades médicas. No entanto, a direção da unidade está apurando o que pode ter ocorrido. As duas unidades hospitalares contam com setor de Ouvidoria, que deve ser acionado sempre que a população quiser fazer reclamações ou sugestões”.

REBELIÃO NO PRESÍDIO DE PINHEIROS EM SÃO PAULO



Presos colocaram fogo em colchões no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, os detentos iniciaram uma rebelião no presídio onde ficam os detentos provisórios, ainda sem condenação, na capital paulista.

Quatro equipes do Corpo de Bombeiros foram enviadas para lá e controlaram o fogo. Imagens aéreas do GloboCop mostraram os presos jogando colchões e camisetas no fogo, que atingiu dois pátios.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária informou que "presos do Centro de Detenção provisória de Pinheiros I se envolveram em uma ato de indisciplina, ateando fogo em colchões". Às 13h20 os detentos tinham sido levados para um dos pátios e foram contados.


Leia no G1 

Özlem -- vamos torná-la famosa!

Obrigada por assinar a campanha para libertar Özlem -- agora vamos espalhar por todos os lugares! Quanto maior for nossa petição, mais famosa ela se tornará e mais difícil será para a Turquia mantê-la presa. 

Compartilhe a campanha no Facebook e encaminhe o e-mail baixo para seus amigos e familiares: 

Compartilhe no Facebook

Obrigada novamente por sua ajuda, 

Todo o time da Avaaz 

_____________________________ 


Özlem, funcionária da Avaaz, foi presa na Turquia e permanece detida sem acusações -- Vamos libertá-la! (https://secure.avaaz.org/po/free_ozlem_loc/?tgspEdb&v=500332063&cl=12889166361&_checksum=9e62b00ae29b03abc8175f7238fc677eea4210752a57078945019a69172d9184

Queridos amigos, 

O governo da Turquia acaba de prender Özlem, uma funcionária da Avaaz! Vamos libertá-la. 

Özlem está sendo mantida na prisão sem acusações formais, apenas por ter participado de uma reunião de defensores dos direitos humanos. 

Para o governo Turco, ela é só uma pessoa pega numa ação repressiva contra a sociedade civil. 

Se construirmos um enorme apelo internacional e usarmos a mídia para torná-la famosa, ela vai ganhar a atenção que merece, e se tornar uma dor de cabeça inesperada a esse governo em crise. 

Entregaremos nossa petição a Federica Mogherini, representante de Relações Exteriores da UE nesta terça-feira, antes de uma reunião crucial com a Turquia -- adicione seu nome agora e vamos libertar a Özlem: 


https://secure.avaaz.org/po/free_ozlem_loc/?tgspEdb&v=500332063&cl=12889166361&_checksum=9e62b00ae29b03abc8175f7238fc677eea4210752a57078945019a69172d9184 

O presidente turco Erdogan está prendendo e atacando milhares de pessoas que discordam de seu governo. Agora Özlem caiu nessa rede repressiva junto de outros 9 defensores dos direitos humanos, mas ela é um peixe pequeno para o governo turco. Na medida em que reuniões críticas de acordos comerciais entre a Turquia e a União Européia se aproximam, a última coisa que Erdogan precisa é uma dor de cabeça internacional sobre alguém que ele provavelmente nunca ouviu falar. 

Para nós, Özlem significa muito! Ela trabalha na Avaaz porque compartilha muitos dos nossos valores. Há anos ela trabalha duro por um mundo onde as pessoas possam se manifestar por paz, justiça e direitos humanos, e não serem presas por isso. Ela deu vida a centenas de nossas campanhas para nossa comunidade na Turquia. 

Agora, eles estão ameaçando acusá-la de terrorismo armado! O mais perto que Özlem já esteve de armas é o gás lacrimogêneo e os cacetetes usados CONTRA ela nas incontáveis vezes que lutou por justiça. 

Vamos defender a Özlem e todos que foram detidos com ela, colocando holofotes na sua prisão. Quando um milhão assinarem, entregaremos nosso pedido diretamente à representante de Relações Exteriores da UE antes da reunião nesta terça-feira, e aumentar nossa pressão -- Vamos libertar a Özlem: 

https://secure.avaaz.org/po/free_ozlem_loc/?tgspEdb&v=500332063&cl=12889166361&_checksum=9e62b00ae29b03abc8175f7238fc677eea4210752a57078945019a69172d9184 

Nossa comunidade já agiu a favor de defensores dos direitos humanos no mundo inteiro, de norte a sul, de leste a oeste. Isso faz parte de nosso DNA, está no coração do nosso movimento. Agora uma de nós está em perigo e dependendo de nossa ajuda. Vamos nos unir como nunca pela Özlem e seus amigos. 

Com esperança, , 

Danny, Alex, Marigona, Luca, Emmae todo o time da Avaaz. 

REFEIÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO HGG E HFM VOLTA AO NORMAL

Terceira Via


Prefeitura volta atrás e refeição dos funcionários do HFM e HGG é fornecida novamente

O retorno da alimentação teria acontecido após negociação entre a prefeitura e a empresa fornecedora

CAMPOS 
POR REDAÇÃO
 
24 DE JULHO DE 2017 - 10h09
hospital-ferreira-machado-e-emergencia-silvana-rust06A Prefeitura de Campos voltou a fornecer refeições para os funcionários do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital Geral de Guarus (HGG) desde o último sábado (22). A informação foi confirmada por meio de nota oficial da Superintendência de Comunicação Social (leia abaixo).
As refeições foram suspensas — tanto para os funcionários do HFM quanto do HGG — no dia 12 de julho. Na ocasião, a prefeitura informou que motivo da medida era “a falta de abastecimento” e o objetivo do corte era “assegurar a assistência nutricional aos pacientes e acompanhantes”. À época, a Secretaria de Gestão Pública acrescentou que “os servidores que ganham até R$ 3.409,37 recebem o Auxílio Alimentação da prefeitura no valor de R$ 200, que contribuem para a alimentação do funcionalismo”.
Segue a nota sobre o retorno das refeições aos funcionários da Fundação Municipal de Saúde (FMS):
A secretaria municipal de Saúde informa que os servidores do Hospital Ferreira Machado (HFM) voltaram a receber alimentação neste sábado (22), após corte do beneficio ter sido tomado nesta semana diante da grave crise financeira enfrentada pelo município.
O retorno da alimentação dos funcionários do Hospital Ferreira Machado se deve a uma negociação entre a Prefeitura e a empresa responsável pelo fornecimento dos produtos, o que possibilitou a regularização da situação“.

A LINHA DURA DA ESPOSA DO JUIZ MORO




Rosangela Moro: "em casa quem manda sou eu".


Em entrevista a VEJA, a advogada paranaense Rosangela Maria Wolff de Quadros Moro conta como a Operação Lava-Jato impactou sua vida, sua família e seu marido famoso, o juiz Sergio Moro, com quem está casada há dezoito anos. “O que mudou na nossa rotina foi o assédio e o interesse das pessoas”, diz. Leia trechos:

Quando a Lava-Jato entrou na vida da senhora? Nunca. A força-tarefa não chegou em casa. Quando o Sergio leva trabalho para casa, ele se tranca no escritório. Na vida dele é claro que a operação acarretou um volume alto de trabalho. Mas o que mudou na nossa rotina foi o assédio e o interesse das pessoas.
O assédio a Moro lhe desperta ciúme? Sou ciumenta, sim. Mas, se acontecer algo, serei a primeira a saber — e por ele, que me conta tudo. O Sergio é um homem muito certinho, prega bons exemplos, trabalha sempre com a verdade. Uma vez, estávamos em um restaurante e ele recebeu um bilhete com o telefone de uma mulher: “Me liga”, estava escrito. Ele me mostrou e demos risada. Não tenho controle sobre o assédio e os sonhos que as mulheres venham eventualmente a ter com ele. Isso não me preocupa. O que me preocupa é a postura dele em relação a isso. E posso garantir que nunca fui desrespeitada.
Sergio Moro dispõe de tempo para a família? Como temos duas crianças, assim que ele chega em casa, elas passam a ser o centro das atenções. Não ficamos falando da força-tarefa. A gente se senta e assiste a um filme. No fim de semana, vimos Fragmentado, um filme em que o protagonista tem várias personalidades. O máximo que o Sergio faz é trancar-se no escritório que tem em casa e ficar lá trabalhando. Mas nada do que ele faz ali resvala na sala, para as crianças.
Em alguns relacionamentos, sempre há um que manda e o outro que obedece. Isso acontece na sua casa? Lá em casa, sou eu que mando. As rédeas estão comigo.
Leia esta entrevista na íntegra assinando o site de VEJA ou compre a edição desta semana para iOS e Android.
Aproveite também: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read.

PREFEITO COMENTA QUEDA DA LIMINAR DA VENDA DO FUTURO

VEREADOR MARCÃO E ROBSON MACIEL FALAM SOBRE QUEDA DA LIMINAR QUE SANGRAVA OS COFRES DE CAMPOS

AS NOVAS ATIVIDADES DO EX-GOVERNADOR CABRAL NO PRESÍDIOI

Saiba quais são as principais notícias de hoje, 24, com destaque para as novas atividades do ex-governador Sergio Cabral, no presídio. Para encurtar a a sua pena, ele trabalha, diariamente. Saiba em quê.

Leia, aqui, em O Globo

domingo, julho 23, 2017

MORRE EX-GOLEIRO DA SELEÇÃO BRASILEIRA WALDIR PERES




Morreu neste domingo um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro: Waldir Peres, ídolo do São Paulo, com passagem pelo Corinthians e titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982. Ele tinha 66 anos e sofreu um infarto fulminante durante um almoço com a família, na cidade de Mogi Mirim, no interior paulista.

– Nós viemos passear na casa de uns amigos numa festa de aniversário em Mogi Mirim. Ele passou mal depois do almoço, nós o levamos a uma farmácia e lá ele desmaiou. Depois levamos para o hospital, mas infelizmente ele não resistiu. Foi fulminante – afirmou a irmã Isabel por telefone ao GloboEsporte.com.


Leia no G1