segunda-feira, agosto 12, 2013

CHACINA DE SÃO PAULO, CADA VEZ MAIS CONFUSA

Todo mundo tem uma teoria sobre a chacina da família Pesseghini, em São Paulo, quando foram assassinados o pai, a mãe, a avó e uma tia-avó, todos executados, supostamente, pelo filho do casal, Marcelo Eduardo, de 13 anos, que, em situação controvertida, teria se suicidado com um tiro na têmpora esquerda.

A Policia Civil que investiga o caso acredita na culpa do menino, enquanto a sociedade brasileira não quer aceitar essa hipótese terrível. Neste domingo, o repórter do Fantástico, Valmir Saláro, entrevistou um tio de Marcelinho, como era chamado pela família, que descartou a possibilidade do crime, com requintes de premeditação, ter sido perpetrado pelo sobrinho.

A médica Neiva Damasceno, pneumologista, que cuidava do menino desde bebê - 1 ano e 4 meses - relatou que Marcelo sofria de fibrose cística, doença degenerativa, com altíssimo risco de morte na idade adulta, mas que seu estado geral era ótimo. A médica também descarta o menino do fardo da suspeição da Polícia. "Ele era uma criança dócil."; disse.

Veja matéria completa exibida pelo Fantástico com o vídeo da entrevista com o tio do menino e com a médica que cuidava dele.

Já disse que esse crime têm todos os ingredientes para entrar nas estatísticas de tragédias insolúveis. Veja (aqui).


Um comentário:

  1. E alguem ainda tem duvida que essa chacina foi uma queima de arquivo?

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