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Fotografia do jornal Folha de São Paulo, na avenida N. S. de Copacabana |
Por isso assistiu com serenidade a agressão dos iconoclastas, que quebraram imagens sacras na avenida Nossa Senhora de Copacabana e a "marcha das vadias", com mulheres nuas, que gritavam palavras de ordem.
Os peregrinos viram e seguiram, com firmeza e fé. Afinal temos irmãos iguais e desiguais, mas todos irmãos. E Francisco ensinou: "Entre a indiferença egoísta e o protesto violento, há uma opção sempre possível: o diálogo".
O desrespeito nunca é bem-vindo e venha de onde vier.
ResponderExcluirMas a Igreja tem que se posicionar em ser contra ou a favor para os que professam de sua fé e não para a humanidade inteira.
O próprio e encantador Papa Francisco falou sobra a ¨laicidade¨do Estado.
Desconjurar o corpo não é coisa de Deus, ao menos do que entendo por Deus.
ResponderExcluirPara quem nao sabe a marcha das vadias surgiu para protestar quando inumeros estupros acontecidos, se não me engano na Universidade de Toronto, Canadá, um policial fez o infeliz e machista pronunciamento de que não teriam acontecido os estupros se as mulheres não estivessem vestidas como vadias.
Pronunciamentos como estes são comodos e favorecem ao discurso machismo que transfere para as vítimas a responsabilidade pela animalidade dos algozes.
Apesar de defender esta marcha, vejo como falta de respeito homens( que não são figuras inerentes a marcha) destruirem ícones religiosos.
Parece que o grande problema e motivo de revolta é que religiosos mais ignorantes tentam universalizar suas verdades , impondo-as para todos.
Como sabiamente colocou o padre Fabio de Melo no programa do João Dória cabe aos católicos ouvir a Igreja católica e logo ao Papa. e os budistas agirem segundo os preceitos budistas.
Para o arranjo social de modo geral as leis advêm do Estado e não cabe perseguições,patrulhamentos,etc.Venham de onde vierem.
Devem ser um bando de "sapatonas" que nem ligam em expôr seus seios.
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