Tudo pronto para uma grande caminhada no Centro de Campos. No dia 13, às 15h, o candidato a prefeito Makhoul Moussallem, seu vice na chapa, Andral Tavares, os presidentes dos partidos e os 180 candidatos ao Legislativo pela coligação majoritária “Juntos Por Campos” (PT, PV, PCdoB, PSC, PMN, PMDB, PSD e PSL), estarão mostrando que a oposição está unida e próxima da população.
“A expectativas para o evento grande. Estamos muito animados em colocarmos, literalmente, a campanha nas ruas, mostrando a integração dos candidatos, a vontade de mudança e, acima de tudo, que a união faz a força”, destaca o coordenador de eventos da coligação, Rodrigo Perez. “Nesse evento ainda teremos a presença dos deputados estaduais Roberto Henriques e João Peixoto, nossos companheiros, na luta”, completou.
O presidente do diretório municipal do PT, Eduardo Peixoto, também destaca a importância do evento no momento atual da campanha eleitoral. Segundo ele, o clima eleitoral em Campos está atípico. “Tenho participado de caminhadas e percebido que a população está um tanto inerte em relação à campanha eleitoral. Considero o corpo a corpo fundamental nessa campanha atípica, que nem os que se dizem favoritos estão aparecendo, devido às incertezas jurídicas”, disse.
Para Eduardo esse clima de incerteza, por outro lado, não atrapalha a campanha de Makhoul para prefeito de Campos: “É uma candidatura viável, com real possibilidade de disputar essa eleição de igual para igual, com esse grupo da situação cheio de incertezas e um projeto de continuísmo. “Nosso projeto mostra que se pode fazer mais. Campos pode mais, tem condição e recursos para isso. Estamos pautados pela união, trabalhando por uma gestão alinhada com os governos do Estado e Federal, importante para qualquer administração que quer ir além”.
Peixoto ainda cita que não é preciso ir longe para se ter exemplo: “A oposição se enche ao falar do Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado. Mas é preciso lembrar que esse projeto só saiu da gaveta porque, além da pareceria com o município de Quissamã, o governo de Sérgio Cabral e o federal, de Dilma Rousseff, também entraram como parceiros. Para o empreendimento, também, estão previstos R$ 50 milhões do governo federal, dos quais grande estão sendo usados para a dragagem do Canal das Flechas e mais R$ 20 milhões do governo estadual, utilizados para extensão do Molhe Sul, do Complexo que vai atender ao setor petrolífero e gerar nos próximos anos mais de 10 mil postos de trabalho”, destaca.
(ASCOM)

O PT de Campos não muda, só faz campanha no calçadão!
ResponderExcluirDeveria ir também nos bairros, inclusive nos chamados redutos de outros candidatos. Se ficar só concentrado no centro, não decola não!
ResponderExcluirCarlos Cunha acusado de armar ilícito penal contra a Prefeita Carla Machado
ResponderExcluirO cidadão conhecido como “Machão” fez uma denúncia muito séria contra o apresentador do Programa Entrevista Coletiva, da Rádio Diário FM Carlos Cunha. Segundo o denunciante, Cunha pagava dois mil reais por mês a ele para que o mesmo prestasse falso testemunho contra a Prefeita de São João da Barra Carla Machado. O dinheiro era recebido dentro da própria emissora.
O vídeo é forte e os fatos precisam de uma posição urgente do senhor Carlos Cunha, afinal imputar falsos ilícitos penais a uma chefe de executivo mediante pagamento em espécie é uma vergonha.
Os vídeos estão disponíveis no facebook da Prefeita Carla Machado e podem assistidos no link abaixo:
http://www.facebook.com/carla.machado.54390
O blog abre espaço para que o senhor Carlos Cunha possa apresentar a sua versão dos fatos caso entenda pertinente.
Do Portal OZK
Palavras do 'Machão' reproduzidas pelo Portal OZK
"Em uma gravação, Leidivi aparece dizendo que recebeu uma proposta do locutor Carlos Cunha, da Rádio Diário FM, para usar um fato contra a prefeita de forma política. Ele acrescenta que esteve na casa do advogado Dr. Maurício Costa, combinaram o que seria dito, que as pedras encontradas com ele e um outro amigo, no carro da Prefeitura de São João da Barra, era da Prefeitura de Campos e que estavam sendo roubadas. “Mas isso não condiz com a verdade”, disse Leidivi.
Segundo Leidivi, a proposta era no valor de R$ 2.000,00 por mês. Quem fazia o acerto era o próprio locutor Carlos Cunha, mas “recebi por apenas 3 meses, depois ele esqueceu”, disse Machão.
Leidivi assumiu que aceitou a proposta de Carlos Cunha pois estava com dificuldades para pagar a pensão para os filhos".
Fonte OZK
Postado por Cláudio Andrade às 21:17 quinta-feira, 9 de agosto de 2012
http://blogclaudioandrade.blogspot.com.br/2012/08/carlos-cunha-acusado-de-armar-ilicito.html
a critica e construtiva mais queremos vc junto para contribuir com outros rumos obrigado por sua opiniao
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