sexta-feira, junho 03, 2016

POLICIAS MILITAR E CIVIL EM GUARUS: CASO PATRÍCIA

A Operação conjunta das Policiais Militar e Civil, em Campos, na manhã desta sexta feira, 3, batizada de Animus Lex, expressão latina que significa "cumprindo a lei", é destaque no Sitio Ururau. Confira (AQUI)

Caso Patrícia: Polícia civil deflagra operação em Guarus


  Ururau
Vários pontos de Guarus estão sendo alvos da operação
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar, está realizando na manhã desta sexta-feira (03/06), a operação Animus Lex, que visa cumprir mandados de busca e apreensão em Guarus. A operação é um desdobramento do caso Patrícia, a analista judiciária que foi assassinada no dia 13 de abril, em frente ao Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal, também em Guarus. O marido de Patrícia, o Guarda Civil Municipal Uenderson Matos, foi preso, suspeito de ser o mandante do homicídio.

A polícia está cumprindo os mandados no Cantinho do Céu, Parque São Matheus, Parque Boa Vista e Boa Vista II. Durante a apuração do crime,  a equipe da 146ª Delegacia Legal, encontrou indícios do possível envolvimento de um segundo GCM no homicídio que vitimou Patrícia, esse GCM seria integrante do tráfico de drogas no Parque São Matheus e adjacências. No final da tarde, haverá uma entrevista coletiva na sede do Ministério Público Estadual, onde serão passados os detalhes da operação.

Os policiais estão em 25 pontos dos bairros englobados na operação, distribuindo panfletos do disque-denúncia, pedindo a colaboração da população na elucidação do crime que vitimou Patrícia. No panfleto, a Polícia pede, que quem tiver informações sobre quem atirou em Patrícia, que entre em contato através do telefone (22) 99883-0427. A recompensa por informações verídicas é de R$ 3 Mil e o sigilo é garantido pela Polícia.

O assassinato
Patrícia Manhães Gonçalves Mattos, de 41 anos, foi morta no estacionamento do Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM), no Parque Boa Vista. A vítima estava sozinha no carro, quando dois homens teriam se aproximado e um deles efetuado os disparos, que mataram Patrícia na hora.

Na ocasião, o Guarda teria informado à Polícia civil, que foi ao local tratar uma pescaria com o primo dele, que também é guarda. Patrícia deixou um casal de filhos, que ficaram morando com Uenderson após a morte dela, após a prisão do pai, as crianças estão sendo cuidadas por familiares próximos. 

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