Vila Olímpica abandonada tem “piscina” aterrada em Campos

Laila Nunes
Cada Vila Olímpica custa uma média de R$ 2 Milhões
Elas foram anunciadas no ano de 2011, como locais de prática de esportes, lazer e para promover o bem estar das pessoas do bairro, mas a realidade das vilas olímpicas em Campos não é das melhores. Muitas ficaram apenas no “esqueleto”, sem previsão de conclusão, outras, mesmo prontas, funcionam muito aquém da capacidade, como a reportagem do Ururau mostrou em dezembro de 2015. Na vila do Jardim Carioca, a piscinaficou com a água sem tratamento por tanto tempo que ficou verde, o que significa que nenhuma prática esportiva vinha sendo desenvolvida ali. A piscina destinada a fisioterapia também estava com a água imprória para uso.
A promessa era de oito vilas, em pontos diversos da cidade, mas apenas três foram entregues. Cada vila custa aos cofres públicos uma média de R$ 2 Milhões.
Na manhã desta terça-feira (23/02), moradores do Parque Cidade Luz entraram em contato com o Ururau através do Facebook para informar que a piscina da vila olímpica estava sendo aterrada. O morador queria saber por que a piscina estava sendo aterrada, já que dinheiro público foi gasto naquela obra que estava abandonada.
“Essa obra está parada há mais de dois anos e eu enviei um ofício ao Ministério Público semana passada, informando essa situação”, disse o presidente da Associação de Moradores do Parque Cidade Luz, Francisco Bernardino.
Faz tempo que as obras de várias vilas olímpicas estão paradas em Campos, no Parque Esplanada, Jóquei, Alphaville II e Santa Maria também é possível ver o abandono das obras.
Em nota, a Prefeitura informou que “a secretaria de Mobilidade Urbana e Infraestrutura informou que o serviço realizado na piscina é de colocação de areia no espaço destinado a ela a fim de evitar que o local torne-se propício à proliferação de larvas do mosquito Aedes aegypti enquanto a obra não é finalizada. A determinação é para que as empresas responsáveis pelas obras de vilas olímpicas como a do Parque Esplanada, realizem regularmente o tratamento da água das piscinas, evitando possível proliferação de larvas do Aedes aegypti. A medida se faz necessária uma vez que o esvaziamento total das piscinas compromete a estrutura delas".
No entanto, a Prefeitura não disse porque as obras estão paradas e nem quando e se serão retomadas.
A promessa era de oito vilas, em pontos diversos da cidade, mas apenas três foram entregues. Cada vila custa aos cofres públicos uma média de R$ 2 Milhões. Na manhã desta terça-feira (23/02), moradores do Parque Cidade Luz entraram em contato com o Ururau através do Facebook para informar que a piscina da vila olímpica estava sendo aterrada. O morador queria saber por que a piscina estava sendo aterrada, já que dinheiro público foi gasto naquela obra que estava abandonada.
“Essa obra está parada há mais de dois anos e eu enviei um ofício ao Ministério Público semana passada, informando essa situação”, disse o presidente da Associação de Moradores do Parque Cidade Luz, Francisco Bernardino. Faz tempo que as obras de várias vilas olímpicas estão paradas em Campos, no Parque Esplanada, Jóquei, Alphaville II e Santa Maria também é possível ver o abandono das obras.
Em nota, a Prefeitura informou que “a secretaria de Mobilidade Urbana e Infraestrutura informou que o serviço realizado na piscina é de colocação de areia no espaço destinado a ela a fim de evitar que o local torne-se propício à proliferação de larvas do mosquito Aedes aegypti enquanto a obra não é finalizada. A determinação é para que as empresas responsáveis pelas obras de vilas olímpicas como a do Parque Esplanada, realizem regularmente o tratamento da água das piscinas, evitando possível proliferação de larvas do Aedes aegypti. A medida se faz necessária uma vez que o esvaziamento total das piscinas compromete a estrutura delas".
No entanto, a Prefeitura não disse porque as obras estão paradas e nem quando e se serão retomadas.
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