O governo municipal de Campos e o SEPE travam uma batalha de informações e contra-informações, na véspera da deflagração de uma greve da categoria, em defesa de melhoria das condições do ensino, do Plano de cargos e carreira e do reajuste anual do salário. A prefeitura aposta num movimento vazio, nesta segunda feira, 18, e, durante a semana, através das secretarias de Educação e Gestão e Pessoal, anunciou um aumento de 20 por cento na regência, em substituição aos 10 por cento iniciais e, subliminarmente, desaconselha o professorado a entrar em greve, através de correspondências e tentativas vãs de negociação, sem contudo, avançar nas contrapropostas.
O SEPE, por sua vez, intensificou a mobilização e acredita numa paralisação histórica. Para tanto, além dos contatos pessoais, criou páginas e murais nas redes sociais, que são alimentadas de informações à todo momento. Os professores elucidam questões que são postas pelo governo e avançam na mobilização.
Sobre a dúvida suscitada se o professor em estado probatório, poderia participar de movimento grevista, o grupo Educadores em Movimento, trouxe parecer da Ministra Carmem Lucia, do STF:
A deflagração da greve dos professores municipais de Campos está marcada para esta segunda feira, 18, com duração até a próxima quarta, 20, conforme comunicado emitido aos pais de alunos.



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