domingo, abril 19, 2015

CADÊ O PLANO DE SAÚDE QUE TAVA AQUI?

(Por e-mail)

Meu.caro.Fernando:como.seu.leitor.assíduo,gostaria.de.ter.informações.sobre.a.quantas.andam.as.negociações.dobre.p.PLANO.DE.SAÚDE.dos.funcionários.ativos.e.inativos.da.Prefeitura.de.Campos.Sou.aposentada.e,necessito.de.alguns.exames.específicos.causados.por.duas.hérnias.de.disco.Por.enquanto,tenho.sido.atendida.pelo.ESF,de.São.João.da.Barra,onde.resido,mas.gostaria.de.poder.usufruir.dos.meus.direitos,após.32.anos.de.serviço.initerrupto,onde.entrei.pela.porta.da.frente.e,tb.por.ela.saí.Ficarei.aguardando,pois.sua.palavra.é.deveras.confiável.e.verdadeira.,já.que.ligo.pro.SIPROSEP,e.nunca.tem.ninguém.que.possa.dar.resposta.abçs

3 comentários:

  1. LARGA ESSE BLEFE DE GOVERNO :
    F Manhã:
    Elala prometeu, mas de fato o que cumpriu?

    Thaís Tostes

    A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, prometeu, no programa de governo, tudo documentando, durante sua candidatura às eleições de 2008, uma série de investimentos para a cultura municipal. Esses investimentos seriam feitos caso ganhasse as eleições. Ela ganhou duas eleições consecutivas. Está há sete anos no poder e, ao que parece, nada (ou quase nada) do que foi prometido teria saído da gaveta. A Folha tentou contato com o governo municipal, por meio da secretaria Municipal de Comunicação Social, para obter a informação sobre quais promessas para a área da cultura foram cumpridas. O questionamento ficou sem retorno.

    Atualmente, um dos setores na cidade — a maior produtora de petróleo da Bacia de Campos —, que passa por um momento delicado é a cultura. A Folha Dois vem retratando, há algum tempo, várias situações detectadas, na cidade, que representam o descaso governamental com a área artístico-cultural. Um exemplo é o museu Olavo Cardoso, prédio doado ao município, que foi abandonado e, atualmente, encontra-se sustendo por estacas esperando por obra de reestruturação.

    Em sua candidatura à Prefeitura, Rosinha prometeu os seguintes itens para a área cultural da cidade: projeto de revitalização das artes e manifestações culturais; democratização dos espaços públicos; valorização de artistas locais; produção de inventário das famílias quilombolas situadas no Baixo Imbé e Alto Imbé; produção de inventário de todas as famílias que foram expulsas das terras pelos latifundiários depois da abolição da escravatura; criação do Museu do Açúcar; reestruturação do Carnaval; relançamento de obras antológicas; criação de escola municipal de música; implantação de curso permanente de teatro em parceria com escolas de artes cênicas tradicionais; criação de escola de teatro; implantação do projeto cultura sobre rodas (que transforma um caminhão em palco, para levar cultura às comunidades); término de obras do Trianon; criação de marketing cultural que promova o turismo cultural nos prédios históricos; promoção de mostras regionais e nacionais de cinema; aproveitamento das estações ferroviárias do interior (como, por exemplo, a de Goitacazes e a de Conselheiro Josino); e construção de Concha Acústica. As promessas de Rosinha chegaram a ser comentadas no blog do Bastos, do jornalista Alexandre Bastos, na Folha Online, recentemente.

    O governo municipal não deu retorno ao jornal informando quais dessas promessas foram cumpridas durante o primeiro mandato e os dois anos, do consecutivo.

    — Desses itens, sei que foi iniciada a produção de inventário das famílias quilombolas situadas no Baixo Imbé e Alto Imbé, mas, que eu saiba, esse inventário não está concluído porque nada foi enviado às bibliotecas, universidades e até mesmo à imprensa. Sobre a reestruturação do Carnaval, só se foi a sua destruição, tornando-o fora de época! Quanto ao término das obras do Trianon, isso ficou restrito à construção do fosso para orquestra. Mas as obras não foram concluídas, como o prometido, porque no projeto original também faz parte a construção de um prédio para abrigar a parte administrativa do Teatro, naquele terreno atrás dele, que é cercado e usado como estacionamento. Construíram o fosso e só. Aliás, até hoje não foi encenado nenhum musical no Trianon com a utilização do fosso — observou o pesquisador de cultura popular e ativista Marcelo Sampaio.

    Turismo cultural .".e por aí vai!

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  2. Sindicato que Sindicato?KKKKKKKK

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  3. jose geraldo Pereira21 de abril de 2015 às 14:37

    E tempo de recessão -
    Fundo partidário e o salário mínimo de R$77 mil

    21/4/2015







    Picture

    Capa da Folha de hoje (21/4/15):

    “Dilma sanciona aumento do fundo partidário para R$ 868 milhões
    A presidente Dilma Rousseff sancionou o Orçamento Geral da União de 2015 sem vetar a proposta que triplicou os recursos destinados ao fundo partidário, uma das principais fontes de receita dos partidos políticos, hoje com dificuldades de financiamento por causa da Operação Lava Jato.
    Em seu projeto original, o governo destinava R$ 289,5 milhões para o fundo, mas o valor foi elevado para R$ 867,5 milhões pelo relator do Orçamento no Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR).”

    Há anos batemos na tecla do fundo partidário aqui e sobre seu aumento (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui). Em 1994, o fundo partidário era de ‘meros’ R$729 mil. Um custo de R$1,4mil por deputado. Neste ano, o custo bate em R$1,662 milhão por deputado. Um aumento de 1.586% em 21 anos.

    Para por esse aumento em perspectiva, em 1994 o salário mínimo era de R$64.79. Se ele tivesse aumentado na mesma proporção, este ano seria de R$77.127.

    Outra forma de pensar sobre o aumento: se o PIB brasileiro houvesse aumentado na mesma proporção que o fundo partidário, ele teria saltado de US$574 bilhão em 1994 para US$683 trilhões em 2015. O Brasil estaria gerando, por ano, o equivalente ao PIB mundial combinado em toda uma década. Seria não só a nação mais rica do mundo, mas a nação mais rica em toda a história humana.

    Ações da Berkshire Hathaway, a empresa do bilionário Warren Buffet, considerado o mais bem sucedido investidor no planeta, valorizaram 'meros' 1.182% no mesmo período, o suficiente para fazer de Buffet o terceiro homem mais rico do mundo.

    Mas talvez o mais interessante neste debate não seja sequer o valor, mas o seu uso.

    Diz a lei que ele deve ser usado para a manutenção das sedes e serviços do partido, permitido o pagamento de pessoal, a qualquer título (observado neste último caso o limite máximo de 50% do total recebido), na propaganda doutrinária e política, no alistamento e campanhas eleitorais, na criação e manutenção de instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política (sendo esta aplicação de, no mínimo, 20% do total recebido), e na a criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres (mínimo de 5% do total).

    Ou seja, fora o fato de que 5% precisam ser usados para a promoção de políticas de participação feminina, 20% na criação de institutos e fundações de pesquisa e doutrinação partidária, e não se poder usar mais de 50% para o pagamento de pessoal (o que no caso de um partido como o PT, atualmente o partido que recebe a maior proporção do fundo (13%), pode ultrapassar R$58 milhões por ano), não há limites objetivos no uso. Se um partido quiser usar tal dinheiro para financiar campanhas, pode. Mas se quiser usá-lo para contratar candidatos rejeitados nas urnas mas com forte presença interna, também pode.

    Mesmo o limite de 50% para o pagamento de pessoal pode ser manipulado. Basta que a pessoa seja contratada não como empregado, mas como empresa prestadora de serviços de campanha eleitoral, aos institutos e fundações de pesquisa e assim por diante.
    O trabalhador vai gostar de saber que enquanto não tem reajuste, o fundo partidário para gastança dos políticos se eleva a esse patamar para a sociedade brasileira pagar, funciona como cala boca e um senhor cala boca - Fonte www. uol.com.br

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