Alerj elege nesta segunda a Mesa Diretora do biênio 2015-2017
Ururau
Geraldo Pudim será primeiro secretário na chapa que tem Picciani como presidente
O domingo (01/02) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) foi deposse dos 70 deputados e nesta segunda-feira (02/02) será realizada a eleição da nova Mesa Diretora, que tem apenas uma chapa e trás Jorge Picciani (PMDB) para seu quinto mandato à frente da Casa, depois de eleito em 2003, 2005, 2007 e 2009, ocupando o cargo, portanto, por oito anos interruptos.
Em 2010, Picciani foi candidato ao Senado e não se elegeu. Apesar de fazer 3.048.034 votos, 20,73% do total, ficou menos de 2% do eleito em segundo lugar, Marcelo Crivella (PRB), que com 3.332.886 votos chegou a marca de 22,66%. O mais votado foi Lindbergh Farias com 4.213.749 votos (28,65%).
Na eleição de 2010, um fator foi determinante para a derrota de Picciani, o apoio de Garotinho a Crivella. Agora, cinco anos depois, novamente os dois voltam ao cenário e para a condição de reassumir o terceiro cargo mais importante na linha sucessória do governo do Estado. Isso porque, foi o PR, que tem Garotinho como presidente estadual, que definiu a “briga” interna do PMDB, que tinha Picciani de um lado, e do outro Paulo Melo, tentando permanecer no cargo onde esteve por quatro anos. O PMDB com a maior bancada, 15 deputados ao todo, tem a presidência da Casa.
A definição do Partido da República, que tem a segunda maior bancada com oito deputados, em anunciar apoio a Picciani, fez Paulo Melo desistir da disputa, aceitando inclusive o convite do governador Pezão de assumir a Secretaria de Governo.
“Jorge Picciani respeitou o critério da proporcionalidade partidária e o entendimento final foi que o PR assumirá a Primeira Secretaria, e sinalizou para sociedade fluminense que respeita as oposições. Isso significa que a Alerj trabalhará com independência, embora seja uma independência harmônica na qual trabalhará em sinergia com os outros poderes”, declarou Geraldo Pudim.
O PR também assumirá Comissões Permanentes ficando com as presidências de Saúde, Saneamento Ambiental e Assuntos Municipais, além de mais dois representantes na Mesa Diretora.
“Ocupar estes espaços na Alerj é fundamental na construção de uma oposição forte, mas é claro que não faremos oposição por oposição. Nossa intenção é fazer críticas responsáveis e que possam vir a contribuir para o desenvolvimento do nosso estado”, pontuou Pudim.
Sobre a postura de oposição ao governo do estado, Geraldo Pudim já sinaliza que a segurança pública será um dos principais temas a ser discutido e não poupou o secretário Beltrame.
“Nosso partido lançou candidato a Governador, o Anthony Garotinho que teceu críticas contundentes a vários aspectos da gestão estadual. Manteremos estas críticas e construiremos sugestões em diversas áreas como segurança pública, saúde, educação, mobilidade urbana e sustentabilidade. É fundamental que o governador compreenda que José Mariano Beltrame não tem mais condição de conduzir a segurança pública de nosso estado”, dispara o parlamentar.
Sobre as propostas para o novo mandato, esse de quatro anos, diferente do encerrado em que atuou por dois anos, após assumir a vaga do atual prefeito de Araruama, Miguel Jeovane, Pudim aponta a crise hídrica como o grande desafio imediato.
“Pela primeira vez estaremos assumindo o mandato de maneira atípica numa situação na qual o país atravessa uma turbulência sob o ponto de vista econômico. Estados e municípios vivem um drama com o avanço da crise hídrica. Municípios como Campos, que dependem de recursos advindos dos royalties e participações especiais, tiveram uma queda brusca em suas arrecadações com o despencar no preço do barril do petróleo. Enfim, são temas de enorme importância sob os quais estaremos debruçados desde o primeiro dia desta nova legislatura”, garantiu o Pudim.
Alerj elege nesta segunda a Mesa Diretora do biênio 2015-2017
Ururau
Geraldo Pudim será primeiro secretário na chapa que tem Picciani como presidente
O domingo (01/02) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) foi deposse dos 70 deputados e nesta segunda-feira (02/02) será realizada a eleição da nova Mesa Diretora, que tem apenas uma chapa e trás Jorge Picciani (PMDB) para seu quinto mandato à frente da Casa, depois de eleito em 2003, 2005, 2007 e 2009, ocupando o cargo, portanto, por oito anos interruptos.
Em 2010, Picciani foi candidato ao Senado e não se elegeu. Apesar de fazer 3.048.034 votos, 20,73% do total, ficou menos de 2% do eleito em segundo lugar, Marcelo Crivella (PRB), que com 3.332.886 votos chegou a marca de 22,66%. O mais votado foi Lindbergh Farias com 4.213.749 votos (28,65%).
Na eleição de 2010, um fator foi determinante para a derrota de Picciani, o apoio de Garotinho a Crivella. Agora, cinco anos depois, novamente os dois voltam ao cenário e para a condição de reassumir o terceiro cargo mais importante na linha sucessória do governo do Estado. Isso porque, foi o PR, que tem Garotinho como presidente estadual, que definiu a “briga” interna do PMDB, que tinha Picciani de um lado, e do outro Paulo Melo, tentando permanecer no cargo onde esteve por quatro anos. O PMDB com a maior bancada, 15 deputados ao todo, tem a presidência da Casa.
A definição do Partido da República, que tem a segunda maior bancada com oito deputados, em anunciar apoio a Picciani, fez Paulo Melo desistir da disputa, aceitando inclusive o convite do governador Pezão de assumir a Secretaria de Governo.
“Jorge Picciani respeitou o critério da proporcionalidade partidária e o entendimento final foi que o PR assumirá a Primeira Secretaria, e sinalizou para sociedade fluminense que respeita as oposições. Isso significa que a Alerj trabalhará com independência, embora seja uma independência harmônica na qual trabalhará em sinergia com os outros poderes”, declarou Geraldo Pudim.
O PR também assumirá Comissões Permanentes ficando com as presidências de Saúde, Saneamento Ambiental e Assuntos Municipais, além de mais dois representantes na Mesa Diretora.
“Ocupar estes espaços na Alerj é fundamental na construção de uma oposição forte, mas é claro que não faremos oposição por oposição. Nossa intenção é fazer críticas responsáveis e que possam vir a contribuir para o desenvolvimento do nosso estado”, pontuou Pudim.
Sobre a postura de oposição ao governo do estado, Geraldo Pudim já sinaliza que a segurança pública será um dos principais temas a ser discutido e não poupou o secretário Beltrame.
“Nosso partido lançou candidato a Governador, o Anthony Garotinho que teceu críticas contundentes a vários aspectos da gestão estadual. Manteremos estas críticas e construiremos sugestões em diversas áreas como segurança pública, saúde, educação, mobilidade urbana e sustentabilidade. É fundamental que o governador compreenda que José Mariano Beltrame não tem mais condição de conduzir a segurança pública de nosso estado”, dispara o parlamentar.
Sobre as propostas para o novo mandato, esse de quatro anos, diferente do encerrado em que atuou por dois anos, após assumir a vaga do atual prefeito de Araruama, Miguel Jeovane, Pudim aponta a crise hídrica como o grande desafio imediato.
“Pela primeira vez estaremos assumindo o mandato de maneira atípica numa situação na qual o país atravessa uma turbulência sob o ponto de vista econômico. Estados e municípios vivem um drama com o avanço da crise hídrica. Municípios como Campos, que dependem de recursos advindos dos royalties e participações especiais, tiveram uma queda brusca em suas arrecadações com o despencar no preço do barril do petróleo. Enfim, são temas de enorme importância sob os quais estaremos debruçados desde o primeiro dia desta nova legislatura”, garantiu o Pudim.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe sua opinião