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| Fotografia de Sergio Lima, Folha Press. Deputados acham que responderam à demanda da população, com voto aberto |
A proposta estava engavetada há sete anos, depois de ter sido aprovada em primeiro turno em setembro de 2006.
Presidente da Câmara diz que caso Donadon foi 'maior dano' sofrido pela Casa na história
Presidente do Senado afirma que Casa não irá preservar mandato de condenados
Presidente do Senado afirma que Casa não irá preservar mandato de condenados
O sigilo do voto é visto, pelos próprios parlamentares, como causa do resultado favorável a Natan Donadon, preso desde junho, condenado por desvio de dinheiro público.
A decisão, que também se aplica a Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, atinge votações de cassações de mandatos e análises de vetos presidenciais, entre outros pontos hoje votados de forma sigilosa.
A votação em plenário contou com folgada maioria após acordo de líderes pela aprovação do texto. Foram 452 votos a favor. Entre eles, o do deputado Pedro Henry (PP-MT), condenado no processo do mensalão e que poderá passar por processo de cassação na Casa. Os demais deputados condenados no escândalo, João Paulo Cunha (PT-SP), José Genoíno (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP), não votaram. Genoíno está em licença médica.
A proposta, contudo, ainda terá de passar pelo Senado antes de entrar em vigor.
Matéria completa (aqui)
Cá comigo: na verdade, o voto secreto, no Parlamento, é, e sempre foi, uma excrescência. A votação de hoje, que acaba com o sigilo nas votações é uma tentativa vã dos deputados, cúmplices do Donadon, de recuperarem uma imagem que imaginam que têm. Além de cínicos, são frouxos.

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