sábado, dezembro 13, 2014

TERCEIRIZADOS, UMA AVENTURA ERRANTE

Sempre achei que esse discurso montado da crise do final do mundo, era um exagero conveniente ao governo municipal.

Está aí a programação do verão do Farol - por muito menos, a prefeita já adiou um carnaval - a IMBEG abocanhou 1 milhão e 300 mil por uma obra que deveria ter sido feita pelo Estado e a propaganda bomba no horário nobre da Globo, entre os capítulos da novela Império, quando cada segundo vale um diamante.

A mim, parece que  as medidas restritivas adotadas pela administraçao não se antecipam ao caos anunciado, mas sucedem a feitos inconfessáveis. A grande gritaria é de quem quer receber pelo o que, em tese, teria feito ou vendido.

Ademais, nós estamos tratando com uma prefeitura que  tem um hiper-orçamento, o quinto maior do país, 2 bilhões e meio de reais. O governo é frágil e perdulário, mas a prefeitura é forte.  O que causa espanto na versão oficial da profilaxia para debelar a crise, é que a prática nega uma cantilena histórica de defesa dos oprimidos, de proteção dos que menos têm. De  fidelidade ao trabalhismo.

Na hora de cortar custos, são demitidos os servidores terceirizados, que foram chamados em casa para um projeto eleitoral que naufragou. O governo infiel, ao final da aventura, os devolve com os bolsos vazios.

E nem diz, ao certo, quantos são. Mas, também, quem quer saber?

Um comentário:

  1. PIOR TAMBÉM É A SITUAÇÃO DOS MOTORISTAS QUE ESTÃO POR RPA QUE PRESTAM SERVIÇO PARA A PREFEITURA QUE ESTÃO A CERCA DE TRÊS MESES SEM RECEBER E QUANDO FALAM QUE VÃO SAIR PARA ARRUMAR OUTRO SERVIÇO QUE POSSAM RECEBER SÃO CONVENCIDOS A FICAR POIS SE SAIREM PERDERÃO A CHANCE DE CONTINUAR TRABALHANDO PARA PREFEITURA. ATÉ OS MOTORISTAS QUE PRESTAM SERVIÇO PARA A JUSTÇA ELEITORAL ESTÃO SEM RECEBER DA PREFEITURA. NEM A JUSTIÇA ELES RESPEITAM E CUMPREM SUAS OBRIGAÇÕES.

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