A vida não é simples, meu compadre.
O homem é cenário da luta eterna entre Deus e o diabo.
Uma crítica, por mais justa e oportuna que seja, pode ferir, involuntariamente, um velho amigo.
Ainda, hoje, 15, ouço e vejo o secretario Suledil Bernardino, fazendo uma parcialíssima análise da conjuntura econômica do país e do Estado do Rio, com "reflexos" no Município de Campos, na Radio Diario.
Pelo o que entendi, as demissões, os atrasos dos repasses, dos pagamentos de pessoal, fornecedores e empreiteiras, em nosso quintal, a apropriação indébita do desconto dos servidores para com o PreviCampos, tudo, é derivado dos descaminhos de Dilma e Pezão. E herança das administrações passadas - já alcançam o governo de Zezé Barbosa."O inferno são os outros".
Imediatamente me ocorreu uma metáfora escatológica. Pensei: é o borrado falando da diarréia alheia. Pronto, falei.
Espero que meus amigos coloquem nossas divergências e democráticas opiniões, no plano da alta Política. E que as questões pessoais sejam abstraídas.
Vivo um momento singular em minha vida. A morte de Manoel de Barros foi uma fratura exposta na Poesia universal. Não te-lo mais aqui, nesse mundo caduco, é um risco incalculável. O verso é pura dor.
O jeito é seguir o que ensina Drummond: "(...) não nos dispersemos, vamos juntos de mãos dadas(...)"
Sou um político que acumula mais derrotas que vitórias. Quero ganhar as causas que defendo, mas não quero perder os amigos que tenho.
Fernando ,sua dignidade é admirada por muitos e invejada por poucos,por àqueles que ,na impossibilidade de sê-lo,coloca a veste da prepotência .Coisa de desequilibrados .
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