O crime é uma transgressão e ponto.
Criminoso é criminoso, não importa quem seja ou de onde venha, ou, ainda, quantos anos tenha.
No Brasil, por conta da prisão de militantes de esquerda, junto com bandidos, nos anos brabos da Ditadura Militar, houve uma aproximação entre delinquentes e bandidos e guerrilheiros políticos. E para justificar esse conluio, deformou-se o conceito de ato criminoso. Bandido ganhou status de "vítima do sistema", enquanto o aparato policial, braço armado da lei, foi taxado de "máquina de execução".
Alguns intelectualóides amebáceos querem analisar a violência, tomando como referência, as execráveis exceções do Poder da Segurança Pública - os criminosos de farda - em contraponto, com os bandidos "bonzinhos".
Enganam-se e enganam a sociedade asssustada.
Contra a violência epidêmica, o inevitável confronto, com inteligência e ação preventiva e para reduzi-la aos níveis científicos, uma vez que é inerente ao comportamento humano, o resgate da família, onde são moldados os valores morais e a Educação cidadã.
O resto, é o lucro dos abutres. O lucro eleitoral, o lucro financeiro e o lucro da audiência.
A maior propaganda do crime é a Impunidade. Estão estimulados porque não são punidos exemplarmente é como fazer apologia do crime e estimular a violência.
ResponderExcluirOnde a lei é frouxa a violência desfila nas ruas.
Quando a Justiça se torna inoperante, os criminosos agem com liberdade porque sabem que escaparão dos rigores da lei.
No Brasil, a vasta maioria dos crimes não chega sequer a ser investigada pela justiça. Por isso continuam espalhando medo e terror na sociedade. Os criminosos de colarinho branco, esses sequer vão para a cadeia. Conseguem as benesses da lei para fugir da merecida punição de seus delitos.
SE TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, A LEI PRECISA SER IGUAL PERANTE A TODOS, OU SEJA, CHEGA DE DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, porque só estimulam a prática da injustiça e promovem o crime.