quinta-feira, abril 19, 2012

BOM DIA!

A quinta feira, 19, começa, em Campos, com suas carências.
Os rodoviários, em greve, querem aumento salarial e equiparação com seus colegas do Rio. 
Os empresarios, em greve, querem aumento de tarifas.
Os donos de vans e carros clandestinos querem que a paralisação dure até o Natal.
A população que paga a conta quer ônibus confortáveis e regulares.
A sociedade quer saber que bicho deu a auditoria de 715 mil reais no cartão cidadão.


E a prefeitura quer todos acreditem que ela não tem nada a ver com o caos.

6 comentários:

  1. Fernando, E preocupante a situação das marisqueiras do Farol. As moças trabalhando o ano tudo dura para atender a gente com pescada e camarão fresca, não estão recebendo ha um mês o pagamento do defeso ambiental. A prefeitura é muito omissa. Como este pessoal vai colocar pão na mesa? Passei ontem la no Farol e encontrei pessoas chorando para não poder comprar alimentos para os filhos. Falaram que a prefeitura de São João da Barra está em dia, e Campos não. A São João da barra dá até um vale de alimentação melhor, mais do que o dobro de Campos. Na epoca de Arnaldo nunca houve este tipo de reclamação! A prefeitura não esta dando prioridade à estas pessoas!

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  2. Concurso público, licitações e... a culpa dos outros

    Lacaios da Lapa ocupam as redes sociais para dizer o óbvio: a concessão precária (aliás, o MP e tutela coletiva poderiam nos dizer em quê modalidade isso funciona até hoje) de exploração do transporte público em Campos precisa passar urgentemente por processo licitatório. E eles, com sua demagogia e desfaçatez própria, vão nos salvar do caos. Pergunta: em qual momento histórico desde 1989 a gestão municipal não esteve estregue aos Garotinhos ou aliados e, posteriormente, ex-aliados seus?
    Nunca. Da precariedade sempre se locupletaram com financiamentos de campanhas calcados em favores, originados, ultimamente, das vultosas verbas que se destinam ao pagamento do programa cartão cidadão, cujo critério, até hoje, se desconhece.
    Estão ficando pródigos em terceirizar (ops!) responsabilidades. A do atrapalhado concurso é da UERJ. Do caos diário no transporte público de uma cidade já afogada em trânsito caótico, à greve dos rodoviários e, por conseguinte, responsabilidade das empresas que vivem dependuradas na administração pública sabe-se lá por obra de quê ou quem.
    Podem terceirizar responsabilidades, cínicos que são, como fazem com milhares de cargos ocupantes da administração pública sem concurso público, ferindo a constituição, a moralidade pública e o processo democrático (aliás, diga, também, o MP).
    Só não podem espancar a lógica e a inteligência da população que sabe, clara e cristalinamente, que a administração e tutela da coisa pública incumbe ao seu mandatário.
    O projeto faraônico, de conveniência e oportunidade duvidosa, bem como o valão iluminado em matizes cor de rosa são propagados, abusando da pessoalidade, como feitos seus, mas saiba, Rosângela, que a falta de ônibus "pra dona de casa e o irmão trabalhador" e o concurso atrapalhado (prometido em campanha e "feito" no apagar das luzes do governo) também!

    Postado por Bruno Lindolfo
    http://robertomoraes.blogspot.com.br/2012/04/concurso-publico-licitacoes-e-culpa-dos.html

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  3. MP, li no D.O de hoje um SÉTIMO ADITIVO para as casinhas populares da prefeitura.
    COMO ASSIM MP?Não o vemos mais atuando.

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    Respostas
    1. Eu trabalhei muitos anos para uma empresa de construção. Se eu estaurar o orçamento de um projeto, podia fazer uma vez. A segunda vez eu estaria na rua! Assim que funciona no mundo real. Um setimo aditivo num mesmo projeto e um projeto totalmente fora de controle, pelo menos para aquele que está pagando a conta. Pode ser que esta perfeitamente sob controle quem esta recebendo.
      Sergio A. Silva

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