segunda-feira, agosto 28, 2017

ATO PÚBLICO E MISSA NO DIA DO BANCÁRIO


O Dia do Bancário em Campos foi marcado por um ato público realizado na manhã desta segunda-feira, 28, no calçadão do centro da cidade, em protesto contra as privatizações, a reforma da Previdência e o fundo bilionário de recursos públicos para custear campanhas eleitorais. O Sindicato dos Bancários promoveu uma caminhada pelas principais ruas do centro e, após o ato, foi realizada uma missa na Catedral de São Salvador. Antes, diretores do Sindicato fizeram uma visita a agências bancárias.

Participaram do ato público servidores estaduais da Faetec e da Uenf, que estão com salários atrasados e também denunciam o desmonte promovido pelo governo Pezão na educação fluminense. "O dia é dedicado aos bancários e bancárias do nosso país, mas a luta que estamos enfrentando é de toda a classe trabalhadora, de todos os brasileiros que não concordam com a política entreguista do governo Temer e não aceitam ter seus direitos retirados", disse o presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves.


NÃO VAI SOBRAR AMAZÔNIA BRASILEIRA

assine a petição

A conta chegou e Temer está pagando os votos que comprou da bancada ruralista: o desmate de 433 campos de futebol no coração da Amazônia pra dar espaço à pecuária, mineração e madeireiras! Assine agora e vamos freá-los:
ASSINE A PETIÇÃO
Queridos amigos e amigas,

A conta chegou e Temer está pagando os votos que comprou da bancada ruralista. O Congresso quer aprovar uma lei que vai abrir um buraco do tamanho de 433 campos de futebol no coração da Amazônia para mineração, madeireiras e pecuária. Mas podemos frear esse absurdo!

Semana passada, aprovaram na surdina o desmate de uma área equivalente ao tamanho da Dinamarca: não podemos deixar passar mais uma. O projeto será analisado por uma comissão especial a qualquer momento, precisamos pressioná-los a abandonar de vez essa lei. Assine agora e compartilhe com todos:

Assine para impedir que destruam a Amazônia!

Essa é a segunda vez que tentam aprovar essa lei esse ano. Mas agora a conta chegou e Temer vai ter que se virar pra pagar os votos que comprou dos deputados para livrá-lo da investigação por corrupção. Está tudo ligado...a bancada ruralista votou em peso a favor dele e é proprietária ou recebe dinheiro de empresas de mineração, agricultura e madeireira: coincidentemente, todas as atividades que estarão, do dia pra noite, legalizadas com essa lei. E isso é só o começo.

Essa lei vai dar um subsídio de R$605 milhões a grileiros para que comprem as terras que invadiram ilegalmente, é SURREAL! Esses mesmos grileiros, além de desmatar ilegalmente a floresta por anos a fio, estão ligados a massacres violentos de populações locais e indígenas que tentavam resistir às invasões. Um verdadeiro prêmio à violência e ilegalidade.

Vamos garantir que o Congresso e o presidente Temer saibam que estamos vigilantes, e que vamos reagir todas vez que tentarem rasgar os nossos direitos e das gerações futuras! A Amazônia precisa da gente:

Assine para impedir que destruam a Amazônia!
Cada pedaço de floresta que conseguimos proteger é uma vitória para a biodiversidade de nosso planeta e um golpe aos que tentam lucrar com patrimônios da humanidade. Nossa comunidade já lutou para salvar diversas áreas naturais mundo afora, vamos nos unir novamente e proteger esse pedaço divino da Amazônia.

Com esperança e determinação,

Flora, Carol, Laura, Nana, Diego e toda equipe da Avaaz 

OPERAÇÃO CHEQUINHO, O MAIOR ESCÂNDALO ELEITORAL DE CAMPOS, COMPLETA 1 ANO AMANHÃ, 29

O Maior escândalo eleitoral da história contemporânea de Campos, completa, amanhã, 29, 1 ano, com marchas e contramarchas, condenações e recursos, prisões, suspensão e revogação de diplomas de vereadores eleitos, alta rotatividade no legislativo, com entrada e saída de vereadores acusados de terem sido beneficiados pelo esquema criminoso do uso do programa cheque cidadão da prefeitura de Campos para a compra de votos nas eleições de 2016.

Até agora, de concreto, resta uma prefeitura arrombada em suas finanças, algumas auditorias em fase conclusiva que apontam para um desfalque de mais de 2 bilhões de reais.

Leia a matéria do jornal Terceira Via






Um ano da Chequinho

Idas e vindas na Justiça Eleitoral colocam em xeque a operação que marcou as eleições de 2016

CAMPOS 
POR MARCOS CURVELLO
 
28 DE AGOSTO DE 2017 - 0h01

O cientista político José Luiz Vianna afirma que o resultado deixa “uma sensação de impunidade”.
Na próxima terça-feira (29), faz um ano que o então candidato à reeleição ao cargo de vereador em Campos, Ozeias Martins (PSDB), foi preso em flagrante em uma casa no distrito de Travessão. Após denúncia, fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) o encontraram com R$ 27 mil em espécie e uma agenda repleta de favores. Cestas básicas, botijões de gás, materiais de construção e até bolos de casamentos que, segundo a Justiça, serviriam para comprar votos nas eleições municipais de outubro de 2016 e eram marcados como “atendido” ou “entregue”. A prisão de Ozeias levaria, mais adiante, a um esquema ainda maior para fraudar o pleito, com participação de aliados da então prefeita Rosinha Garotinho. O caso gerou indignação e ficou conhecido como Chequinho. Mas, doze meses depois, apenas dois envolvidos seguem longe da Câmara de Vereadores.
“Havia uma segurança muito grande da procedência das acusações, das evidências e dos fatos denunciados por funcionários da ponta, sem interesse partidário. Diante dessa convicção, ficamos com a sensação de que no país, político com mandato ainda consegue ficar impune, apesar de culpado”, diz Vianna.
Para ele, algo que coloca em xeque a credibilidade não só das instituições políticas, mas também judiciais. “Outra sensação é de que é muito complicado o processo jurídico no país, que se arrasta por anos, com recursos quase ilimitados e mantém políticos fora da prisão. Isso respinga no judiciário”, opina o cientista político.
Desdobramentos
Depois de Ozeias, foi a vez do vereador Jorge Magal (PSD) e do ex-subsecretário de Governo de Rosinha, Thiago Godoy, entrarem na mira do Poder Judiciário. No dia 15 de setembro de 2016, fiscais da Justiça Eleitoral e membros do Ministério Público Eleitoral (MPE) cumpriram mandados de busca e apreensão nas secretarias de Governo e Controle e nos setores de recursos humanos das secretarias de Saúde e Educação.
A ação era parte de uma investigação sobre a contratação de pessoal pelo regime de Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) em troca de votos. O esquema seria operado por Magal, que buscava a reeleição, e, segundo denúncia feita ao MPE, estaria oferecendo serviços em hospitais, postos de saúde e escolas do município. Os memorandos de encaminhamento dos candidatos às vagas eram assinados por Godoy, que também pretendia uma vaga na Câmara.
Oito dias mais tarde, a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Vale Voto, que resultou nas prisões de Ana Alice Ribeiro Lopes, então secretária municipal de Desenvolvimento Humano e Social, e Gisele Koch Soares, coordenadora do Cheque Cidadão. Também foram detidos oito beneficiários do programa social da Prefeitura de Campos, que seriam ligados a Ozeias.
Na sede da secretaria comandada por Ana Alice e na qual atuava Gisele, a PF encontrou os primeiros indícios de que o programa social estaria sendo usado para comprar votos. As Operações Chequinho e Chequinho 2, que vieram a seguir, resultaram em prisões e inquéritos que levaram à não diplomação e ao afastamento de vereadores eleitos em outubro de 2016.
O esquema
De acordo com a PF, 11 vereadores eleitos ou reeleitos participavam do esquema de compra de votos, que eram trocados por inscrições irregulares no programa Cheque Cidadão. Estes novos beneficiários do programa não atendiam aos critérios sociais estabelecidos em lei e mesmo assim recebiam os R$ 200 mensais pagos pelo município.
Em dezembro de 2016, a Justiça Eleitoral suspendeu a diplomação de Jorge Rangel (PTB), Kellinho (PR), Linda Mara (PTC), Miguelito (PSL), Ozeias e Thiago Virgílio (PTC), que ficaram impedidos de tomar posse. Mais tarde, eles foram cassados e declarados inelegíveis por oito anos em primeira instância. Pena semelhante foi imposta a Cecília Ribeiro Gomes (PTdoB), Roberto Pinto (PTC), Magal, Thiago Ferrugem (PR) e Vinícius Madureira (PRTB).
Outras 28 pessoas foram indiciadas, incluindo candidatos derrotados à Câmara, a ex-prefeita Rosinha Garotinho (PR), o ex-governador Anthony Garotinho (PR), que foi secretário de Governo da esposa, o candidato à prefeitura Dr. Chicão (PR) e seu vice, Mauro Silva (PSDB).
Como Ozeias, Kellinho, Linda Mara, Miguelito, Thiago Ferrugem e Thiago Virgílio chegaram a ser presos — alguns deles mais de uma vez — por envolvimento no esquema. Garotinho também foi preso pela PF. Ele foi levado para o Complexo Prisional de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro, mas passou mal e precisou ser submetido a uma angioplastia e implante de stent. Acabou transferido para prisão domiciliar.
O quadro hoje
Um ano depois do início das investigações, apenas Magal e Madureira tiveram suas sentenças ratificadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e permanecem afastados de seus mandatos. Nenem (PTB) e Josiane Morumbi (PRP) são os suplentes. Thiago Ferrugem usa uma tornozeleira eletrônica e comparece normalmente às sessões da Câmara.
Cecília Ribeiro Gomes deu lugar a Marcos Bacellar (PDT), mas não devido a repercussões da Chequinho. O pedetista teve sua candidatura reconhecida como válida pela então ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o recálculo do quociente eleitoral não foi suficiente para reeleger a vereadora.
Garotinho pagou fiança de R$ 88 mil imposta pelo TSE, mas acabou submetido a uma série de medidas cautelares. Acusado pelo juiz Glaucenir Silva de Oliveira de comandar o esquema de compra de votos com “mão de ferro”, o ex-governador foi impedido de vir a Campos sem ordem judicial, de ter contato com testemunhas do caso e de comentar o curso dos processos em seu blog ao à imprensa — proibição revogada, mais tarde, pela própria corte.
Pelas 25 cadeiras da Casa de Leis passaram, até o momento, 36 vereadores. Em um vai e vem marcado por uma interminável batalha judicial, que aguarda decisões das cortes estadual e nacional. Atualmente, compõem a Câmara: Abdu Neme (PR); Abu (PPS); Alvaro Cesar (PRTB); Fred Machado (PPS); Cláudio Andrade (PSDC); Enock Amaral (PHS); Igor Pereira (PSB); Jorginho Virgilio, Rangel (PRP); José Carlos (PSDC); Josiane Morumbi; Kellinho; Linda Mara; Nenem; Marcelo Perfil (PHS); Marcão, Bacelar, Miguelito, Ozeias, Genásio (PSC); Pastor Vanderly (PRB); Roberto Pinto (PTC); Silvinho Martins (PRP); Ferrugem e Thiago Virgílio.
O presidente da Casa de Leis, vereador Marcão Gomes (Rede), afirma que o saldo é negativo no aspecto financeiro. “O entra e sai de vereadores e assessores já gerou despesas de cerca de R$ 300 mil com rescisões de contratos”, diz.
Marcão afirma, porém, que, mesmo com as trocas, a Câmara vem “funcionando normalmente”.
“Tivemos quórum para votação de todas as matérias e as comissões internas seguem com seus trabalhos. O prejuízo maior fica para os vereadores afastados, que não conseguiram dar prosseguimento às demandas colocadas pela população, e têm sua imagem afetada pelo envolvimento no esquema. A credibilidade da Casa é a mesma”, finaliza.

MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELO HOSPITAL ARMANDO VIDAL, 28,ÀS 18H30, NA MATRIZ


domingo, agosto 27, 2017

COMOÇÃO NO ENTERRO DE UM BEBÊ, VÍTIMA DO NAUFRÁGIO EM SALVADOR

Sepultamento de Davi Gabriel, de 6 meses, vítima do naufrágio, em Salvador, no cemitério de Vera Cruz, BA. O enterro do bebê provocou enorme comoção na população, que compareceu em peso ao ato. (Foto:Edilson Dantas, agência O Globo)

TRE CONFIRMA: AMAZONINO MENDES ELEITO GOVERNADOR DO AMAZONAS

G1



Amazonino Mendes, do PDT, está eleito matematicamente, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas. Às 19h32, com 91,41% dos votos apurados, a diferença de votos a favor de Amazonino chegou a 228.606, e ele não podia mais ser alcançado por Braga. Faltavam, naquela hora, 201.012 votos a ser apurados.

(confira a apuração completa no Estado).

O político retorna ao poder após cinco anos longe da vida pública - seu último cargo havia sido o de prefeito de Manaus, em 2012. Na ocasião, ele não tentou a reeleição. O vice dele é Bosco Saraiva.
Perfil

Amazonino Armando Mendes, 77 anos, nasceu em Eirunepé. Em 1983, Mendes chegou à Prefeitura de Manaus. Em 1986, um ano após o término do seu mandato de prefeito, ele foi eleito pela primeira vez Governador do Amazonas. Em 1990, o político chegou ao Senado. Dois anos após ser eleito Senador, Amazonino retornou à Prefeitura de Manaus. Desta vez, o mandato do político durou somente dois anos. Isso porque, em 1994, ele deixou o cargo para assumir, pela segunda vez, a função de Governador do Amazonas. Ele ficou no cargo de Governador até o ano de 2002, pois foi reeleito em 1998.

Em 2004, tentou candidatura à Prefeitura de Manaus, mas foi derrotado por Serafim Corrêa. Em 2006, amargou outra derrota, desta vez para o Governo do Estado. Ele foi vencido por Eduardo Braga, no primeiro. Em 2008, Amazonino voltou a se candidatar à Prefeitura, sendo eleito no 2º turno. Após o fim do mandato, não tentou a reeleição e chegou a descartar novas candidaturas.

Leia no G1

UMA DIVERTIDA HISTÓRIA DO RÁDIO

Blog do Saulo Pessanha

Elmir Ferreira trabalhou muitos anos na Campos Difusora. Gozador, gostava de passar trotes. Mas sempre fazia brincadeiras. Nada de maldades.
Uma de suas vítimas, certa feita, foi o português Corrêa, dono da Confeitaria Francesa.
Elmir ligou e perguntou:
— O senhor tem goiabada?
— Tenho sim, senhor.
— O senhor tem marmelada?
— Tenho sim, senhor.
— Que palhaço que é?
A resposta foi um tremendo vai tomar no...
FONTE: A IMPRENSA DE CAMPOS PELO AVESSO - 400 GAFES E PÉROLAS (À venda na Livraria Noblesse)

ABAIXO ASSINADO PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

Fernando Leite, este abaixo-assinado foi criado por alguém como você. Assine se quiser apoiar. 
Queremos que deficientes auditivos sejam isentos de impostos na compra de carro!
Abaixo-assinado por Mariá Depieri
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Apoiadores
Assine a petição

Meu filho Esmar tornou-se deficiente auditivo com um ano e meio. Lutei e corri muito contra o tempo. Ele fez implante coclear, muitas terapias fonoaudiológicas e hoje, com 13 anos, está perfeito. Fomos abençoados por Deus.

Agora, o Esmar acaba de se tornar nadador na categoria profissional. Preciso deslocar-me de uma cidade para outra, de segunda a sexta, para que ele possa treinar. É uma rotina muito difícil e um carro facilitaria muito a locomoção. Por isso, preciso que me ajudem nesta causa para que deficientes auditivos possam ter isenção de impostos na hora de comprar um carro.

Vejo tantas outras pessoas com alguma deficiência ou doença tendo esse direito concedido, por exemplo: quem tem LER (Lesão por Esforço Repetitivo), Ponte de Safena, problemas na coluna, quem tem prótese, entre outros. Porém, o próprio deficiente auditivo está excluido da Lei 8989/1995, o que lhe nega esse direito mesmo sendo reconhecidamente deficiente!

A própria lei, dentro do seu artigo, discrimina os deficientes auditivos, o que, a meu ver, fere a própria Constituição Federal!  O significado de ser deficiente é "insuficiência ou ausência de funcionamento de um órgão". Por que então os deficientes auditivos estão fora dessa lei?

No caso do meu filho, ele tem surdez bilateral profunda. Diante deste conceito, o que o difere dos outros?

Pois bem, autoridades governamentais: precisamos de ajuda! O senador Romario acabou de criar o projeto PLS 28/2017, para estender a todas as pessoas com deficiência a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre a aquisição de automóveis. O projeto já foi aprovado e passado a Comissão de Assuntos Sociais. Vamos unir forças para que este projeto não fique engavetado e juntos vamos fazer a inclusão dos deficientes auditivos dentro das leis.

Conto com você. Muito obrigada!
Assine a petição de Mariá Depieri

ATO PÚBICO E MISSA NO DIA DOS BANCÁRIOS

(ascom)

Nesta segunda-feira, 28, dia do bancário, haverá ato público no centro de Campos em defesa dos direitos da classe trabalhadora e contra a reforma política que está sendo debatida em Brasília. Oprotesto começa com uma caminhada, a partir das 9h, da sede do Sindicato dos Bancários em direção ao calçadão. Ao meio-dia haverá missa na Catedral de São Salvador em homenagem à categoria.

O Sindicato é contra a destinação de mais de R$ 3 bilhões de verbas públicas para o fundo de financiamento das campanhas eleitorais. Este é o ponto da reforma mais contestado pelo movimento sindical, afirma o presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves. "É um absurdo um montante desse retirado do orçamento da União para financiar campanhas, enquanto os investimentos sociais estão congelados por 20 anos, enquanto o governo retira R$ 10 do salário mínimo", critica.

sábado, agosto 26, 2017

UMA EXPLICAÇÃO




Agradeço a generosidade dos que saudaram o encontro pessoal do prefeito Rafael Diniz, comigo, Geraldo Pudim e Sergio Mendes, na tarde desta sexta, 25, em minha casa. Foi uma reunião de amigos, mas também aproveitamos a oportunidade para nos colocar à serviço da grande causa que nos reune: o resgate histórico do nosso Município. A devolução de Campos ao seu povo soberano.
Não negociamos cargos no governo, não pedimos vagas para afilhados, não formalizamos relações institucionais; nos oferecemos, voluntariamente, para o imenso trabalho de reconstrução da nossa cidade amada, saqueada, violentada por um modelo administrativo superado, necrosado, empírico, bolorento e desonesto.

A grande marca da tradição campista é a desta terra nunca, ao longo de sua história, ter aceitado "dono", de nenhuma estatura, nem gigante, nem pigmeu. Os paradigmas nefastos da farra administrativa, das gestões perdulárias, do culto vassalo à personalidade do "líder espiritual dos povos" são findos.

O tempo é novo, o desafio é vasto, mas a vontade de ajudar a edificar uma nova era é tão grande quanto esta Planície.

Abraços cordiais!

Fernando.