terça-feira, agosto 18, 2015

INCONSTITUCIONALIDADE ELEITORAL

(por e-mail)

Há muitíssimas razões para afirmarmos que as eleições de 2014 foram fraudulentas. Entre elas estão: o uso de recursos ilícitos na campanha eleitoral, principalmente recursos públicos, e a maquiagem dos dados financeiros, econômicos e estatísticos. Cada um destes já seria suficiente para anular a eleição, caso o Brasil fosse mesmo uma democracia, onde as instituições são mais importantes que os políticos e seus cargos. No entanto há outro ainda mais importante é que está sendo ocultado: aINCONSTITUCIONALIDADE da apuração eleitoral.

Sim, as eleições brasileiras são inconstitucionais, embora o STF & TSE não admitam, por uma razão muito simples: são eles os responsáveis por isso! O pior é que qualquer processo sobre este assunto será julgado por eles mesmos, isto é, será julgado pelos próprios réus. 

Como sair desta armadilha? 

Não aceite que digam que a eleição de Dilma Rousseff, para seu segundo mandato, foi legítima. Não foi legítima, nem constitucional. Se alguém disser isso, conteste. 

Para isso, é claro, você precisa entender bem esta questão. Leia sobre o assunto!

Há um conto (forma literária, uma narrativa) que explica bem direitinho o outro conto (o embuste, como o "conto do vigário"). O nome dele é:
CONTO DA URNA ELETRÔNICA

Sabe, o Joãozinho? Pois é, ele mesmo, aquele menino desbocado. É ele quem dá a lição! Clique aqui no nome alternativo:

Leu? Pois saiba que a eficácia do protesto do Joãozinho foi comprovada.  Veja aqui o que aconteceu:

O problema não está apenas no funcionamento e concepção da urna eletrônica. Há todo um sistema concebido para que as fraudes sejam eletrônicas. Para facilitar o entendimento disso, temos aqui um outro conto (outra narrativa). A narrativa em forma de conto facilita o entendimento. Veja aqui:

No final, compare o sistema da Kredulândia com o sistema eleitoral brasileiro. Você ficará indignado!

Finalmente, aprofunde seu entendimento a partir deste terceiro conto (narrativa), o qual será a porta de entrada para muito mais sobre este tema. Clique aqui:

Boa leitura!

Almir M. Quites

Um comentário:

Deixe sua opinião