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Walace "combateu, guardou as armas e resguardou a fé". Ao seu lado, teve o conforto da família |
Acho oportuno que o radialista Nilson Maria, decano da mídia radiofônica, fale sobre nosso companheiro de profissão, Walace Oliveira, que acaba de nos deixar. É menos um do Rádio AM, é menos um jurássico dessa paixão que partilhamos pelo Rádio. Conversamos muito sobre isso. Dizia eu à ele, que somos uma espécie em extinção. Ele concordava e ria. Deixe, agora, que Nilson Maria, fale. Até amigo!
ADEUS AMIGO
Convivi algumas décadas com Walace Oliveira. Vi quando ele começou no rádio, usando o nome de Galveas Jr. e quando assumiu seu nome próprio Walace Oliveira. Acompanhei seu inicio como repórter esportivo e militamos também na crônica carnavalesca, com coberturas memoráveis na época em que as emissoras de rádio cobriam os ensaios das sociedades carnavalescas, ou seja, no tempo em que as sociedades carnavalescas ainda ensaiavam. Acompanhamos juntos o apogeu e a decadência de nosso carnaval de rua. Vi quando ele se transformou de repórter em comentarista esportivo e acompanhei sua luta obstinada em defesa dos direitos dos trabalhadores, como líder sindical que foi,
Nossa relação foi tão estreita que ele me deu um dos seus filhos para batizar, Weslei.
Descanse em paz, Walace. Você foi guerreiro até na hora da morte!
Descanse em paz amigo. Todos nós oramos bastante pela sua cura, mas somos "humanos demais" como diz o Padre Fábio de Melo, e talvez, Deus tenha escutado nossas preces; te curou, e te levou para perto dele. Eu creio nisto. Que o criador conforte sua família.
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