quarta-feira, outubro 02, 2013
SEPULTAMENTO DE FELIPE ÀS 4 E MEIA NO CAJU
Felipe Faria, filho de Café, morto, hoje, 2, pela manhã, foi levado para o velório na Capela Mortuária da Santa Casa e o seu sepultamento será às 16:30h, no cemitério do Caju.
MORRE FELIPE, FILHO DE CAFÉ
Fui avisado agora, pela manhã.
Nosso querido amigo, Carlos Faria Café vive um drama sem tamanho. Seu filho, Felipe Faria, 25 anos, foi encontrado morto, em seu quarto, supostamente, enforcado.
O corpo foi levado para o IML e de lá, seguirá para o velório e sepultamento, que ainda não foram marcados.
Nesse momento, só Deus é capaz de confortar o coração da família. Café, que Deus se encarregue de lhe dar a força e a fé necessárias para sobreviver à esta tragédia.
Atualizado, 10:33h: Falei com Café, ao telefone, ele está devastado de dor.
Nosso querido amigo, Carlos Faria Café vive um drama sem tamanho. Seu filho, Felipe Faria, 25 anos, foi encontrado morto, em seu quarto, supostamente, enforcado.
O corpo foi levado para o IML e de lá, seguirá para o velório e sepultamento, que ainda não foram marcados.
Nesse momento, só Deus é capaz de confortar o coração da família. Café, que Deus se encarregue de lhe dar a força e a fé necessárias para sobreviver à esta tragédia.
Atualizado, 10:33h: Falei com Café, ao telefone, ele está devastado de dor.
CAMELÔS RECLAMAM DE TRATAMENTO DA PREFEITURA
(Por e-mail)
Nós representantes dos camelôs da área central, Beatriz Piedade, Sebastião Junior, Luciana Loureiro e Mara da silva estamos indignados com a falta de respeito que viemos sendo tratados por alguns órgãos da prefeitura. O Sr Celso Gonçalves, presidente da CODENCA, equivocou-se em relação ao documento assinado mais uma vez, ñ existe este documento, e sim um acordo entre algumas pessoas do terminal e a CODENCA, que foi feito as escondidas e sem aprovação da maioria, mesmo do terminal, e o terminal não corresponde a TODA ÀREA CENTRAL.
Os camelôs do calçadão, correio, Barão do Amazonas e AV. Pelinca ñ foram consultados em nada!...Ele nos recebeu ontem e nos mostrou o tal documento que eles dizem ter, onde inclusive a Mara da Silva, representante do terminal, que estava presente, disse a ele que assinou achando ser
apenas um acordo onde ela e os outros 4 membros da comissão de representantes do TERMINAL teriam o compromisso de ajudar nas negociações das transferências para o provisório e não que estava de acordo e ele respondeu que da próxima vez ela lesse antes de assinar qualquer coisa.
Somos divididos por setores no centro, e desde do inicio em 2009, onde foi feito o acordo que só seríamos deslocados do espaço atual no qual trabalhamos há anos, após o espaço definitivo pronto, que a prefeita determinou que montássemos uma comitiva de representantes que deveria ser um de cada área do centro, que abrange Terminal do ônibus, em frente ao Correio, Boulevard Francisco de Paula Carneiro e Barão do Amazonas para estarmos participando de todo o processo e negociações com a prefeitura. Por este motivo que estamos fazendo os manifestos, queremos apenas sermos ouvidos pela prefeita Rosinha Garotinho, que nos recebeu muito respeitosamente em 2009 e fez o acordo conosco e o MP. Até agora não houve respeito com a comitiva que a prefeita resignou no inicio das negociações, não fomos ouvidos por nenhum deles e muito menos concordamos em sermos transferidos sem o respeito de termos participados das reuniões como o Sr. Paulinho
representante do camelódromo foi, afinal o interesse era de todos e todos deveríamos ser ouvidos.
COMISSÃO DOS CAMELOS CENRAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES
Nós representantes dos camelôs da área central, Beatriz Piedade, Sebastião Junior, Luciana Loureiro e Mara da silva estamos indignados com a falta de respeito que viemos sendo tratados por alguns órgãos da prefeitura. O Sr Celso Gonçalves, presidente da CODENCA, equivocou-se em relação ao documento assinado mais uma vez, ñ existe este documento, e sim um acordo entre algumas pessoas do terminal e a CODENCA, que foi feito as escondidas e sem aprovação da maioria, mesmo do terminal, e o terminal não corresponde a TODA ÀREA CENTRAL.
Os camelôs do calçadão, correio, Barão do Amazonas e AV. Pelinca ñ foram consultados em nada!...Ele nos recebeu ontem e nos mostrou o tal documento que eles dizem ter, onde inclusive a Mara da Silva, representante do terminal, que estava presente, disse a ele que assinou achando ser
apenas um acordo onde ela e os outros 4 membros da comissão de representantes do TERMINAL teriam o compromisso de ajudar nas negociações das transferências para o provisório e não que estava de acordo e ele respondeu que da próxima vez ela lesse antes de assinar qualquer coisa.
Somos divididos por setores no centro, e desde do inicio em 2009, onde foi feito o acordo que só seríamos deslocados do espaço atual no qual trabalhamos há anos, após o espaço definitivo pronto, que a prefeita determinou que montássemos uma comitiva de representantes que deveria ser um de cada área do centro, que abrange Terminal do ônibus, em frente ao Correio, Boulevard Francisco de Paula Carneiro e Barão do Amazonas para estarmos participando de todo o processo e negociações com a prefeitura. Por este motivo que estamos fazendo os manifestos, queremos apenas sermos ouvidos pela prefeita Rosinha Garotinho, que nos recebeu muito respeitosamente em 2009 e fez o acordo conosco e o MP. Até agora não houve respeito com a comitiva que a prefeita resignou no inicio das negociações, não fomos ouvidos por nenhum deles e muito menos concordamos em sermos transferidos sem o respeito de termos participados das reuniões como o Sr. Paulinho
representante do camelódromo foi, afinal o interesse era de todos e todos deveríamos ser ouvidos.
COMISSÃO DOS CAMELOS CENRAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES
terça-feira, outubro 01, 2013
DA DEPRESSÃO À ALEGRIA: A TRAJETÓRIA DE UM PARA ATLETA DE CAMPOS
| O para atleta, Daniel ao lado de sua família |
Por Wesley Machado
Da
depressão à alegria. Assim pode ser descrita a trajetória de Daniel da Cruz
Machado, de 18 anos de idade - faz 19 no próximo dia 8 de dezembro, que ficou
paraplégico aos 12 anos depois de cair de uma árvore de quatro metros na qual
havia subido para pegar uma pipa. Com uma fratura na medula, ele passou a
usar cadeira de rodas, quando aos 14 anos, dois anos depois do acidente, foi
levado por um amigo para praticar basquete no Automóvel Clube Fluminense pela
ONG Esporte sem Fronteiras. O menino que se trancava no quarto e tinha vergonha
de sair de casa hoje está sorrindo com a convocação para a Seleção Brasileira Sub-21
de Basquete em Cadeira de Rodas, que vai disputar o Parapan Juvenil, em Buenos
Aires, na Argentina, de 12 a 20 de outubro.
Daniel
foi um dos 12 selecionados entre os 17 atletas que participaram da fase de
treinamento, realizada até o dia 27 de setembro na Faculdade Social da Bahia,
em Salvador, sob o comando do técnico Tiago José Frank. Atualmente titular da
equipe, dos dias 7 a 11 de outubro, ele participará de um novo período de
treinamento em São Paulo. E no dia 11 embarca para a Argentina.
Nesta
terça-feira (1°), Daniel se encontrou com o campeão olímpico e mundial, o
presidente da Fundação Municipal de Esportes (FME), Pampa. Na oportunidade, o
garoto tímido contou um pouco da sua história de vida. “Eu passava o dia todo
na rua. Se não fosse o acidente, eu estaria envolvido até com negócio de
droga”, sugeriu Daniel, que é morador do Parque São Matheus, onde divide a casa
com a mãe, o irmão mais velho, que tem esposa e dois filhos, além de uma das
irmãs.
Ainda
nesta terça, Daniel, acompanhado da mãe, Dona Maurina, foi ao Centro de
Reabilitação do Hospital Geral de Guarus (HGG) pegar a cadeira para banho, com
a qual Daniel foi beneficiado por processo na Fundação Municipal de Saúde
(FMS).
Filho
de uma empregada doméstica, Dona Maurina, Daniel perdeu o pai, Seu Djalma,
cedo, aos 5 anos de idade, de infarto. Filho mais novo, Daniel tem três irmãos,
duas mulheres, uma de 31 e outra de 33 anos e um rapaz, Abel, de 28 anos. Abel
conta que hoje Daniel é a alegria e o orgulho da família. “Ele se superou. Após
o acidente, ele só queria ficar trancado dentro de casa. Não queria fazer
nada”, lembra o irmão, que está desempregado. Abel é um espelho para Daniel,
que escolheu para torcer o time do irmão, o Corinthians, mesmo morando no
estado do Rio.
Daniel
conta que precisou da ajuda de um psicólogo para sair da depressão, mas que foi
o esporte que fez com que ele recuperasse a auto-estima. “O esporte me ajudou a
superar o preconceito que eu tinha. Eu tinha vergonha de sair de casa. O
esporte melhorou minha auto estima. Fiquei muito feliz com a convocação. Sempre
foi o sonho da minha mãe que eu praticasse um esporte. Minha mãe está super
orgulhosa. Antes do acidente, tentei o futebol e o judô. Acabou acontecendo
isto na minha vida. Hoje tô de boa, tô tranquilo. Agora é me dedicar e alcançar
a seleção principal”, projetou Daniel.
Daniel
atualmente cursa o 3° ano do Ensino Médio na Escola Estadual Dr. Phillippe
Uébe, no Parque Guarus. Ele que perdeu um ano na escola por conta do acidente,
ainda não pensa em fazer faculdade, quem sabe um curso técnico, por sugestão do
presidente da ONG Esporte Sem Fronteiras, Alessandro Martins, 43 anos,
conhecido como Pitty.
O
presidente da ONG Esporte Sem Fronteiras fala sobre o fato de Daniel ter sido o
1° jogador formado pela ONG a ser convocado para a Seleção Brasileira. “Já
tivemos vários jogadores convocados, mas que vieram de fora. Daniel é o 1°
convocado que foi formado pela ONG. É uma satisfação ver que o nosso papel está
sendo cumprido e os exercícios feitos valeram a pena. É gratificante conseguir
colocar um atleta de Campos, feito pela ONG, na Seleção”, disse Pitty.
Maurício
Lemos, técnico de Daniel na equipe da ONG Esporte Sem Fronteiras, explica que
os técnicos das seleções estão sempre de olho nos atletas nos campeonatos. “E
foi assim que o Daniel foi descoberto. Logo assim que ele chegou, nós
identificamos que ele tinha potencial para o basquete. Chegou muito tímido,
acanhado, era muito novo, tinha 12 anos. Hoje é um atleta que chegou numa
seleção sub-21, mas que precisa galgar um longo caminho para chegar à seleção
adulta. Um dos fatores principais para ele ter aparecido como atleta foi o
apoio que a Fundação Municipal de Esportes de Campos concede à ONG Esporte Sem
Fronteiras por meio de subvenção social – afirmou Maurício.
-
O esporte resgata a dignidade das pessoas, corrige as más influências e traz ao
praticante o prazer de estar se beneficiando com suas conquistas pessoais. A
sociedade em geral se orgulha do feito de nossos atletas quando o atleta se
torna uma referência nacional, sendo um exemplo de superação e alegria para o
país - considerou o presidente da FME, Pampa.
Contatos
para entrevista:
Daniel
- (22) 98150465/27336495
Abel
(Irmão de Daniel) - (22) 98223339
Maurício
Lemos (Técnico de Daniel) - (22) 98048006
Alessandro
"Pitty" Martins (Presidente da ONG Esporte Sem Fronteiras)
- (22) 99292838
André
"Pampa" Ferreira (Presidente da Fundação Municipal de Esportes) -
(22) 99621001/88264248
Endereço
de Daniel:
R.
Bartholomeu Lysandro, 97, Pq. S. Matheus (Referência: Ao lado da Creche Escola)
- Campos dos Goytacazes-RJ.
Wesley
Machado
Jornalista
Registro
Profissional 32.177/RJ
Assessoria
de Imprensa da Fundação Municipal de Esportes (FME)
REUNIÃO DA COMISSÃO DA ALERJ PARA PORTO DO AÇU
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| Complexo Industrial Superporto do Açu/ Junho 2013 - Grupo EBX |
Acontece amanhã (02/10) a reunião de instauração da Comissão Especial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para acompanhar a real situação dos investimentos no Complexo Logísticos portuário do Açu e a situação dos trabalhadores e colaboradores envolvidos no empreendimentos. O deputado estadual Roberto Henriques que é requerente e presidente da comissão foi motivado à instaurá-la baseada nas denúncias que recebeu dos pequenos agricultores e moradores de Barra do Açu, em São João da Barra. O empreendimento faz parte de um grupo de empresas que englobam também as do empresário Eike Batista que tem sofrido com a desvalorização dos seus negócios.
“Os recentes acontecimentos ocorridos que envolvem o empreendimento e as empresas investidoras, veiculadas pela imprensa nacional e local, dão conta de um processo gradual e progressivo de desmobilização da execução dos investimentos. Os fatos tem gerado especulações e insegurança para toda a região do Norte Fluminense. Além das denúncias recentes sobre um possível desastre ambiental, alterando a salinização da terra, provocado pelas atividades da LLX, uma das empresas envolvidas no processo, apontam para uma provável contaminação dos terrenos do Açu. Os trabalhos da comissão terão três vertentes básicas: o inventário do Porto, o condomínio industrial e o estaleiro, foco maior da crise em que se encontra o complexo”, afirmou Henriques.
Serão convocados a prestar esclarecimentos ao longo das atividades a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado (Codin), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e Instituto Estadual do Ambiente (Inea) além dos moradores, comerciantes e demais trabalhadores da região. A Comissão será composta por sete membros, os deputados: Roberto Henriques, Jânio Mendes, Bernardo Rossi, Luiz Paulo, João Peixoto, Rosângela Gomes, Geraldo Pudim e a Enfermeira Rejane, que será suplente.
Foto: Complexo Industrial do Superporto do Açu/ Junho 2013 - Credito Grupo EBX
Assessora de Imprensa do deputado estadual Roberto Henriques – Rio de Janeiro
Milena Veloso
ACADEMIA DE LETRAS DE CAMBUCI RECEBE MOBILIÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
O Tribunal do Júri do Fórum de Cambuci, do Tribunal de Justiça do Estado
do Rio de Janeiro, doará uma parte do antigo mobiliário para a Academia de
Letras e Artes do município, localizado no noroeste fluminense. A decisão sobre
a doação, da presidente do TJRJ, desembargadora Leila Mariano, foi publicada
nesta segunda-feira, dia 30, no Diário da Justiça Eletrônico.
Em seu parecer sobre o pedido, feito pela Academia de Letras e Artes de
Cambuci, a juíza auxiliar da presidência Tânia Paim Caldas de Abreu opinou
favoravelmente à doação dos móveis, por se tratar de uma “sociedade civil sem
fins lucrativos que se dedica ao desenvolvimento cultural da pequena cidade
fluminense” e também para evitar a deterioração dos bens, antes sem destinação.
Silvia Fernandes
Diretoria
Geral de Comunicação Institucional
Tribunal
de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Serviço
de Atendimento às Comarcas do Interior
21
3133-1824 / 7816-7690 (plantão)
FORUM DE CAMPOS RECEBE ODONTOMÓVEL DIAS 3 E 4
Os servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ)
do Fórum de Campos terão a oportunidade de passar por uma avaliação clínica
odontológica gratuita nos próximos dias 3 e 4 de outubro, das 11h às 17h. Um
veículo equipado e com profissionais especializados, o Odontomóvel, estará na
cidade para realizar o atendimento preventivo odontológico dos serventuários.
A ação é uma iniciativa da Diretoria-Geral de Gestão de Pessoas (DGPES)
do TJRJ, em parceria com a Amil. Com o Odontomóvel, a DGPES dá prosseguimento à
implementação dos Programas de Promoção de Saúde. Nesse sentido, os
serventuários também receberão orientações para a realização eficaz da higiene
oral e participarão de outras ações educativas.
Confira as próximas comarcas que receberão a visita do Odontomóvel:
Campos: 3 e 4 de outubro
Macaé: 7 e 8 de outubro
Itaperuna: 10 e 11 de outubro
Rio das Ostras: 14 e 15 de outubro
Miguel Pereira: 17 e 18 de outubro
Vassouras: 21 e 22 de outubro
Itaguaí: 24 e 25 de outubro
Angra dos Reis: 28 e 29 de outubro
Resende: 31 de outubro e 1º de novembro
Silvia Fernandes
Diretoria
Geral de Comunicação Institucional
Tribunal
de Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Serviço
de Atendimento às Comarcas do Interior
21
3133-1824 / 7816-7690 (plantão)
DIREÇÃO DO HFM FALA DA SUPERBACTÉRIA
(Do jornal online Terceira Via)
O Diretor Geral do Hospital Ferreira Machasdo (HFM), Dr. Ricardo Madeira e o Chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar, Dr. Telmo Garcia, esclareceram na manhã desta terça-feira (1º de outubro) dúvidas referentes à superbactéria (NDM-1), após um caso de colonização em um paciente de 62 anos, que aconteceu há 90 dias.
| Diretor do HFM, doutor Ricardo Madeira e doutor Telmo Garcia, da Vigilância Epidemiológica Hospitalar, na entrevista concedida |
Segundo o Dr. Ricardo Madeira, existem várias preocupações, entre elas, se tem algum paciente que vem de outra instituição hospitalar com uma bactéria já colonizada resistente. Existe uma orientação por parte do Ministério da Saúde que é investigar esse paciente por meio de exames simples, ao pegar um swab (grande cotonete) e colher a secreção da mucosa nasal e a do ânus, pra saber se tem um germe que possa ter entrado por essas vias.
O material é semeado em uma placa onde vai crescer um germe e colocado em um disco de antibiótico para saber a sensibilidade ou sua resistência. No momento em que se acha uma bactéria mais resistente é enviado um relatório para um laboratório da Fiocruz, onde o procedimento é refeito.
O paciente deu entrada no Hospital Geral de Guarus (HGG), vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e por se tratar de um quadro hemorrágico, houve a necessidade de ser transferido do para o HFM, para passar por uma equipe de neurocirurgia e então ser submetido ao procedimento.
A segunda preocupação, conforme explica o diretor, é saber se aquele paciente identificado tem um germe que possa causar doença ou se ele só está colonizado. Durante o monitoramento, houve um momento em que ela deixou de morar no paciente.
“Especificamente nesse paciente em momento algum ele adoeceu por causa desta superbacteria. Por exemplo, esse paciente acamado, com pouca resistência, teve uma infecção urinária. O germe identificado na urina não foi a superbacteria. Ele também teve outras infecções respiratórias, que também foram tratadas", disse.
Durante todo esse período de internação, é estabelecido isolamento respiratório e uma rotina de isolamento de contato, em que todo profissional ou não, precisa colocar todo equipamento de proteção individual e após tirar, lavar as mãos.
O Dr. Telmo também esclarece que essa não é inédito lidar com as bactérias super resistentes, mas a NDM desenvolveu um mecanismo diferente. Ela é uma enzima produzida pela bactéria KPC e por outras bactérias que neutralizam o antibiótico. “A nossa função é identificar esses pacientes não deixando que essas bacterias sejam transferidas para outros pacientes”.
O diretor do HFM disse que já existem estudos científicos que comprovam que essas novas bactérias super resistentes são capazes de transferir esse talento para uma vizinha, que também é resistente ao medicamento.
“Essa é outra preocupação dos especialistas, que alguém adoeça por uma bactéria que não se tem remédio para matar. De três a quatro semanas atrás o paciente estava de alta médica e a família recusou de levá-lo pra casa com medo de estar levando pra casa uma superbacteria. Ele continuou no hospital e hoje está tratando de uma pneumonia pelo fato de estar num ambiente hospitalar. Por isso, é recomendada a política de desospitalização. Essa é a lição que fica”.
Até o momento são nove casos confirmados no país: um em Campos, três no Rio de Janeiro e cinco no Rio Grande do Sul.
Fonte: jornalterceiravia.com.br
BATE BOCA NA PAJELANÇA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
O vereador José Carlos, partidário do deputado João Peixoto, integrante da base governista, exercita o apoio crítico ao governo municipal. Não é só mais um a dizer amém, "no coro dos contentes". Têm dado claros sinais nesse sentido.
Ontem, 30 de setembro, na pajelança comandada pela prefeita, no Automóvel Clube Fluminense, o vereador teria lembrado à sua excelência que sua eleição (a dele) não se deu por apoio dela e do líder espiritual dos povos, mas resultado do seu trabalho à frente do Detran e de seus muitos amigos, entre os quais, o deputado Peixoto.
Quem ouviu e me contou, garante que o diálogo foi ríspido de parte à parte.
Vamos ver no que isso vai dar. Às vezes de onde não se espera, é que não sai nada mesmo.
Ontem, 30 de setembro, na pajelança comandada pela prefeita, no Automóvel Clube Fluminense, o vereador teria lembrado à sua excelência que sua eleição (a dele) não se deu por apoio dela e do líder espiritual dos povos, mas resultado do seu trabalho à frente do Detran e de seus muitos amigos, entre os quais, o deputado Peixoto.
Quem ouviu e me contou, garante que o diálogo foi ríspido de parte à parte.
Vamos ver no que isso vai dar. Às vezes de onde não se espera, é que não sai nada mesmo.
EDUCAÇÃO MUNICIPAL: A PROPAGANDA NÃO CORRESPONDE AOS FATOS, NEM AOS RETRATOS
A rabeira do IDEB é o retrato. Tua propaganda não corresponde aos fatos:
Fotos enviadas ao blog pelo Movimento Educadores de Campos
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